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SP: funcionário de prédio vê mulher sendo assaltada e não faz nada

A empresa onde o controlador de acesso trabalha afirmou que ele agiu conforme suas atribuições

Joe Silva

Publicado em 19/01/2023 às 11:13

Atualizado em 19/01/2023 às 11:37

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O suspeito de cometer o crime ainda não foi localizado / Reprodução/TV Record

A falta de reação por parte do controlador de acesso de um prédio durante um assalto tem chamado a atenção nos últimos dias. Isso porque, mesmo presenciando o crime contra a vítima logo à sua frente, o profissional não esboçou reação alguma. O episódio foi gravado por câmeras de segurança do local. Assista abaixo:

Mulher é assaltada, funcionário de prédio assiste ao crime e fica inerte. Vídeo: Reprodução/TV Record

 

O crime aconteceu na manhã da última quarta-feira (11) na zona sul de São Paulo. No vídeo, um suspeito aparece na rua com uma moto, estaciona e aborda uma mulher pedindo pelo celular. A vítima resiste e tenta se desvencilhar da situação. Tudo acontece bem em frente ao profissional que trabalha em um condomínio, que assiste à cena e não faz nada.

Segundo informações apurada pelas Record TV, a empresa que atua no condomínio onde o controlador de acesso trabalha afirma que ele agiu conforme suas atribuições. Veja a nota completa a seguir.

"Em atenção a reportagem veiculada no dia 12 de janeiro de 2023, sobre o roubo ocorrido em via pública na data de ontem, na Vila Mariana (SP), esclarecemos o que segue:

Lamentamos profundamente a violência urbana sofrida pela cidadã.

A ação do nosso controlador de acesso seguiu os treinamentos recebidos e atendeu a cartilha da Segurança Pública de São Paulo, de nunca reagir mediante grave ameaça, para não aumentar o risco já existente.

Considerando que o assaltante estava armado, caso o controlador de acesso esboçasse alguma resistência, muito provavelmente haveria a reação do assaltante e as consequências poderiam ser além da perda material, tanto para a senhora envolvida, quanto para o colaborador.

O controlador de acesso que estava no local não é um vigilante ou segurança, não trabalha armado, não possui colete à prova de balas e tem a finalidade exclusiva de controlar o acesso de pessoas e veículos para o interior do condomínio contratante.

A orientação em treinamento, em consonância com a Cartilha de Segurança Pública de São Paulo, rege que diante de uma situação de risco como a ocorrida, o profissional deve manter a calma, não esboçar reação com o objetivo de preservar a integridade física de todos os envolvidos e, na medida do possível, acionar o apoio da Polícia Militar.

Informamos ainda que, durante o assalto, nosso controlador de acesso que estava no interior da guarita colheu os dados da motocicleta e acionou a Polícia Militar de São Paulo.

Novamente lamentamos profundamente a violência sofrida pela cidadã."

 

A vítima registrou um boletim de ocorrência, mas, até o momento, o suspeito não foi localizado.

Com relação aos seguranças do condomínio, a empresa responsável por estes profissionais afirmou que a função deles é proteger apenas os moradores daquele espaço privado.

 

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