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Após as sessões, ficou decidido que o  prefeito Aprígio terá 0,5% 
de remanejamento e o montante total de R$ R$ 882.501.354,69
Após as sessões, ficou decidido que o prefeito Aprígio terá 0,5% de remanejamento e o montante total de R$ R$ 882.501.354,69
Foto: Thiago Neme/Gazeta de S.Paulo

Câmara condiciona verba da Saúde à aprovação do Legislativo em Taboão da Serra

Valores retirados da Saúde, limpeza e manutenção foram colocados na reserva de contingência do município e para serem utilizados terão que passar por uma aprovação do Legislativo

A Câmara Municipal de Taboão da Serra, na Grande São Paulo, votou o Orçamento Municipal de 2021 na última sexta-feira. Após as sessões, ficou decidido que o novo prefeito, Aprígio (Podemos) terá 0,5% de remanejamento e o montante total de R$ R$ 882.501.354,69 para administrar o município. 

Os vereadores da oposição apresentaram emendas com retenção de R$ 57,150 milhões da saúde, R$ 27,750 milhões da limpeza e R$ 8,625 milhões da manutenção de vias. Os valores não foram retirados das pastas, mas bloqueados e só poderão ser usados pelo prefeito com aprovação do Legislativo.

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Todo os recursos bloqueados foram colocados na reserva de contingência, fazendo com que a reserva fosse para quase R$ 96 milhões. Foram favoráveis ao orçamento e as emendas Joice Silva (PTB), Érica Franquini (PSDB), Gallo (Republicanos), Marcos Paulo (PSDB), Sandro Ayres (PTB), Ronaldo Onishi (DC) e Nezito (Republicanos). André Egydio (Podemos), enfermeiro Rodney (PSD), Anderson Nóbrega (MDB), Luzia Aprígio (Podemos) e Alex Bodinho (PL) votaram contra.

Outras emendas.

Os vereadores Marcos Paulo, Carlinhos do Leme, Joice Silva, Érica Franquini e Ronaldo Onishi reservaram
R$ 13 milhões que foram retirados da Saúde para subsidiar a passagem do transporte público. Em outra emenda, foram reservados R$ 2,5 milhão para o vale-transporte e vale-alimentação dos servidores públicos.

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