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Zilma ficou foragida por cerca de um ano e foi presa de forma preventiva após a família da vítima obter informações do paradeiro e avisar a polícia
Zilma ficou foragida por cerca de um ano e foi presa de forma preventiva após a família da vítima obter informações do paradeiro e avisar a polícia
Foto: Gazeta de S.Paulo

Juiz usa pandemia de coronavírus para soltar acusada de homicídio qualificado em Mongaguá

O crime ocorreu em outubro de 2017; segundo informações do advogado da família da vítima, a acusada deverá ir ao fórum justificar suas atividades

Uma mulher acusada de matar uma jovem de 22 anos com tiro acidental foi solta para aguardar o julgamento em liberdade. O juiz da 2º Vara Criminal de Mongaguá, no litoral de São Paulo, alegou que devido a pandemia do coronavírus, serviços não urgentes foram interrompidos e que não há previsão para o julgamento.

Em outubro de 2017, um grupo de amigos estava em uma casa em Mongaguá quando uma discussão aconteceu. Zilma Rodrigues do Amaral, de 38 anos, começou a discutir com o marido, pegou uma arma e atirou acidentalmente na jovem Andressa Silva Gouveia, que foi atingida no peito. A garota foi atendida, mas não resistiu aos ferimentos.

A mulher e o marido fugiram após o crime. Zilma ficou foragida por cerca de um ano e foi presa de forma preventiva após a família da vítima obter informações do paradeiro e avisar a polícia.

Na audiência, o juiz da 2ª Vara Criminal de Mongaguá determinou que a acusada deverá ir a júri popular por homicídio duplamente qualificado. Entretanto, também decidiu que, devido ao coronavírus, Zilma poderá aguardar o julgamento em liberdade.

Segundo informações do advogado da família da vítima, Bhauer Bertrand de Abreu, a acusada foi liberada e permanecerá em recolhimento domiciliar e nos dias que não estiver trabalhando, deverá ir ao fórum para justificar suas atividades.

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