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Segundo a presidente do Fundo, ideia de confeccionar as máscaras surgiu de sua lembrança da época do nascimento de seu primeiro filho, época em que eram utilizadas máscaras de tecidos.
Segundo a presidente do Fundo, ideia de confeccionar as máscaras surgiu de sua lembrança da época do nascimento de seu primeiro filho, época em que eram utilizadas máscaras de tecidos.
Foto: Divulgação/PMIB

Costureiras voluntárias de Ilhabela produzem máscaras de pano para Hospital Mário Covas

Fundo Social de Solidariedade pretende produzir 3 mil peças e doar aos funcionários

Costureiras voluntárias uniram-se ao Fundo Social de Solidariedade de Ilhabela para produzir três mil máscaras de pano para os funcionários do Hospital Municipal Governador Mário Covas Junior. Até agora foram feitas mil peças que já começaram a ser distribuídas.

Essa semana, as máscaras produzidas pela união de esforços do Fundo Social, que fornece todo material (tecidos, linha, elástico e fita), e mão de obra das costureiras da cidade, começaram a ser entregues. Receberam as máscaras de pano os funcionários de várias alas, como maternidade, recepção, centro cirúrgico, enfermagem, vigilância, administração, entre outros. Nos últimos dias, a presidente do Fundo Social, Mônica Gomes, entregou pessoalmente dezenas de peças às enfermeiras, auxiliares de enfermagem, vigias, cozinheiras e trabalhadores da administração. Nas próximas semanas mais máscaras serão produzidas e entregues.

Mônica explicou, durante a entrega, que a atitude das costureiras é uma mensagem de gratidão aos trabalhadores que estão à frente da missão de cuidar da saúde das pessoas nesse período de pandemia do Coronavírus - Covid-19. “Elas (costureiras) estão emanando oração, amor, respeito e gratidão pela forma carinhosa e humanizada que cada munícipe recebe ao entrar no hospital”.

Segundo a presidente do Fundo, ideia de confeccionar as máscaras surgiu de sua lembrança da época do nascimento de seu primeiro filho, época em que eram utilizadas máscaras de tecidos, reutilizadas após serem lavadas e esterilizadas. Outro motivo é consciência de que a prefeitura pode encontrar dificuldade para comprar o material nesse momento de mobilização mundial.

Ainda de acordo com a presidente do Fundo, os profissionais do hospital agradeceram muito a iniciativa das costureiras voluntárias, que revelam também a utilização dessa atividade como terapia em tempos de. “Os funcionários ficam feliz com a retribuição de carinho. As costureiras afirmam que a atividade, além de um ato de amor, é importante nesse momento de isolamento social. Agradeço as costureiras que abraçaram essa ideia”.

A prefeita de Ilhabela, Maria das Graças Ferreira dos Santos Souza, a Gracinha, falou da união de esforços do Fundo e costureiras. “É muito importante essa união de todos em torno de uma missão que tem o objetivo de preservar vidas”.

Embora a intenção inicial seja a produção de máscaras para o hospital, o Fundo Social pretende em ampliar a distribuição para o Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente.

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