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PANDEMIA

Continente africano registra mais de 7 mil casos de coronavírus

Segundo o boletim desta sexta (3) da África CDC, desde o início da pandemia foram notificadas 284 mortes e 7.028 casos no continente

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A prefeitura ainda informou que o idoso tinha comorbidades, mas não foi divulgado quais. / Martin Sanchez/Unsplash

A pandemia de Covid-19 já afeta 50 dos 55 países e territórios africanos com mais de 7 mil casos de infeção e 280 mortes, depois de o Maláui ter anunciado, nesta sexta-feira (3), os primeiros três casos da doença.

Segundo o boletim de hoje do Centro de Controle e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), desde o início da pandemia foram notificadas 284 mortes e 7.028 casos no continente africano.

O África CDC registou também mais de 560 doentes recuperados após a infecção.

O Maláui anunciou os primeiros três casos positivos de infecção pelo novo coronavírus, entrando para a longa lista de países africanos afetados pela pandemia.

No total, 50 dos 55 países e territórios membros da União Africana apresentam agora casos comprovados da doença.

O Norte de África mantém-se como a região mais afetada com 3.030 casos, 200 mortes e 314 doentes recuperados.

Na África Austral, são 1.558 os casos registados da doença, que já provocou dez mortes, tendo 48 doentes recuperado da infeção.

Na África Ocidental, há registo de 1.303 infeções, 37 mortes e 164 doentes recuperados.

Até ao momento, não foram anunciados quaisquer casos em São Tomé e Príncipe, Sudão do Sul, Comores, República Sarauí e Lesoto.

Assim, São Tomé e Príncipe é o único país lusófono sem qualquer caso confirmado.

Angola regista oito casos de infecção e duas mortes; Moçambique dez casos e a Guiné-Bissau nove.

Cabo Verde totaliza seis casos de infecção, desde o início da pandemia, e uma morte.

Na Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, foram confirmados 15 casos.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infectou mais de um milhão de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 51 mil.

Dos casos de infecção, cerca de 190 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

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