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Custo com aluguel sobe 0,70% em São Paulo, diz Secovi

Pesquisa que mostra o cenário do mercado de locação de imóveis residenciais na cidade, detalhou também o valor médio do metro quadrado e a velocidade das negociações

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Vista aerea Moema / Thiago Neme/Gazeta de S.Paulo

O custo com aluguel residencial na cidade de São Paulo subiu. De acordo com a Pesquisa Mensal de Valores de Locação Residencial do Secovi-SP, os novos contratos sofreram variaçãode 0,70% em janeiro, na comparação com dezembro do ano passado.

Além disso, o aumento ficou acima da inflação medida pelo IPCA no mesmo período, que teve variação de 0,54%. O texto conta com informações do portal "Money Times".

Apesar do índice da Secovi apontar variação acima da média esperada, a análise de preços dos aluguéis em São Paulo feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), correspondente ao mesmo período, mostra um aumento de 1,86%.

O Secovi-SP diz que as residências de um quarto apresentaram maior alta, com 0,80% no mês, seguido por unidades de dois dormitórios para as quais o aumento foi de 0,70%, e de três quartos, com variação de 0,50%.

Preço por metro quadrado

Na mesma pesquisa também foi calculado o valor médio do aluguel por metro quadrado. Foram levados em consideração no estudo o estado de conservação do imóvel e a quantidade de dormitórios.

Os resultados mostram que na zona norte, por exemplo, uma casa com três dormitórios, em bom estado de conservação, tem preço médio de locação por metro quadrado de R$ 24,10. Isso significa que se esta casa tiver 90 metros quadrados o aluguel cobrado por ela será de R$ 2.169,00, na média.

Velocidade de locação

Fruto do mesmo estudo, o IVL (Índice de Velocidade de Locação) avalia o número de dias transcorridos, em média, até que o contrato de aluguel seja assinado. Em São Paulo, este índice mostra um intervalo médio que vai de 35 a 85 dias.

Os imóveis alugados mais rapidamente são casas e sobrados com período que varia entre 35 e 60 dias. Os apartamentos tiveram um ritmo mais lento: 36 a 85 dias.

Garantia

Completando o estudo foram analisadas também as principais formas de garantia utilizadas pelos proprietários na negociação de seus imóveis. O fiador foi o tipo de garantia mais utilizado, respondendo por 46,5% dos contratos de aluguel residencial no período.

Já o depósito de três meses de aluguel foi a modalidade de garantia preferida em 38,0% dos contratos.

Por fim, o seguro-fiança representou 15,5% dos contratos de locação celebrados em janeiro.

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