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Matheus Herbert

Publicado em 13/02/2019 às 01:00

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Médicos estrangeiros e brasileiros que se graduaram em outro país, fazem a segunda etapa da edição 2017 do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educa / /Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Avaliação. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) anunciou que 46 participantes do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2017 terão de refazer a prova no próximo dia 10 de março, em Brasília. Segundo o Inep, a prova será reaplicada porque foi constada uma irregularidade "de natureza ainda não esclarecida, que inviabilizou a gravação da avaliação, das estações 1 e 6, em uma sala" do teste no Hospital Universitário de Brasília. Os médicos que farão o Revalida novamente representam 4% dos 947 que prestaram o exame em novembro do ano passado. (AB)

Oficinas. Começam na próxima segunda-feira, as inscrições para as oficinas culturais de Mongaguá, que este ano, além de novidades nas modalidades, devem contemplar cerca de três mil alunos. E algumas delas dá para aprender tanto no Centro Cultural Raul Cortez, no Vera Cruz, quanto no Centro Cultural Antônio Pires de Abreu, em Agenor de Campos. As oficinas são gratuitas. As atividades envolvem violão, teclado, cavaco, canto coral, teoria musical, desenho, teatro, pintura em vidro, entre outros. As vagas são limitadas e o cadastro vai até dia 22. Os interessados devem comparecer ao Centro Cultural Raul Cortez munidos com os originais e cópias do RG do responsável, RG ou Certidão de Nascimento do aluno, comprovante de residência, declaração escolar e duas fotos 3x4. Os menores de idade deverão estar acompanhados. O atendimento acontecerá das 9h às 12h e das 13h às 16h. Mais informações pelo telefone (13) 3507-5477. (DL)

Idosos. Atividades físicas, sociais e de lazer praticadas por idosos e pacientes com doença de Alzheimer podem ajudar a preservar funções cognitivas e a retardar a perda da memória, mostra novo estudo desenvolvido na Universidade de São Paulo (USP) e na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Os estímulos promovem mudanças morfológicas e funcionais no cérebro, que protegem o órgão de lesões que causam as perdas cognitivas. A descoberta foi feita por meio de um experimento com camundongos transgênicos. (AB)

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