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Grande São Paulo

Prefeitura vai remover famílias de área de risco em Embu

Matheus Herbert

Publicado em 13/03/2019 às 01:00

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Na madrugada da última segunda-feira, uma criança de um ano morreu soterrada após um deslizamento no Jardim Pinheirinho / /Divulgação PMETEA

A Prefeitura de Embu das Artes, na região sudoeste da Grande São Paulo, iniciou na tarde de ontem uma operação para remover as famílias que viviam em uma área de risco próxima a rua Cacau, no Jardim Pinheirinho. Na madrugada da última segunda-feira, uma criança de um ano e dois meses morreu soterrada no local após um deslizamento de terra.

Em entrevista à Gazeta, o secretário de Comunicação de Embu das Artes, Renato Oliveira, informou: "Vamos iniciar um mutirão para retirar essas famílias dessa área irregular. O mutirão envolve as secretarias de Desenvolvimento Social, Serviços Urbanos, secretaria de Assuntos Jurídicos, Defesa Civil, secretaria de Obras e secretaria de Planejamento. Nós vamos fazer um trabalho integrado para evitar novas tragédias. Nós já acompanhávamos e fazíamos esse trabalho, porém as famílias se recusavam a sair", disse Oliveira.

Ainda segundo o secretário, agora a operação contará com a polícia. "A Justiça nos autorizou a fazer a desocupação da área com o auxílio da polícia, ou seja as famílias terão que sair. Vamos viabilizar moradias para essas famílias e prestar toda a assistência necessária, como já está sendo feita", finalizou Renato
Oliveira.

A Prefeitura de Embu das Artes não informou quantas famílias vivem na área de risco. A operação estava agendada para começar por volta das 16h de ontem.

Deslizamento.

Segundo a Defesa Civil de Embu das Artes, três pessoas ficaram soterradas e foram resgatadas pelo Corpo de Bombeiros. As vítimas foram levadas para o Hospital Geral do Pirajuçara e para o Hospital Geral de Itapecerica.

Segundo Thiago Guilherme, coordenador da Defesa Civil de Embu das Artes, o deslizamento de terra ocorreu em um loteamento irregular. "O barranco caiu sobre a laje soterrando a mãe, o pai e o bebê. Os pais conseguiram sair, mas a criança faleceu. É uma área de aterro feito de forma errada e precária".
(MH)

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