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Anhangabaú na Justiça. A Associação Preserva São Paulo, que reúne comerciantes e moradores da região central da cidade, pediu na Justiça a paralisação das obras de revitalização do Triângulo Histórico, as vias que formam o calçadão do "centro velho" da capital paulista, e do Vale do Anhangabaú, que já teve o piso original, datado da década de 1980, retirado por agentes da prefeitura. A Justiça ainda avalia o pleito. Além deles, há mais grupos contrários à intervenção: de skatistas que frequentam a região à arquiteta Ana Maria Wilheim, filha do também arquiteto Jorge Wilheim, autor do projeto urbanístico do Anhangabaú, que agora está sendo mudado. A gestão Bruno Covas (PSDB) afirma que o plano contou com a participação de atores da sociedade civil e que a elaboração do projeto básico seguiu todos os ritos legais.

Nova Cracolândia I. No dia 25 de junho, conforme informações divulgadas na página de Facebook da advogada Joana Figueira, houve um protesto "contra a cracolândia na zona norte" com cerca de 120 pessoas que levaram cartazes ao terreno localizado na rua Porto Seguro, no Armênia. Há uma obra em andamento no local que exibe uma placa que anuncia a vinda do SIAT II (Serviço Integrado de Acolhida Terapêutica). De acordo com um texto sobre a manifestação, o prefeito Bruno Covas "colocou um equipamento que nada mais é [do que] uma troca de nome da Atende da Cracolândia do Centro".

Nova Cracolândia II . Conforme algumas associações e grupos que estudam a região da Luz, o bolsão de pobreza da cracolândia vem sendo utilizado há décadas pelo poder público como recurso de desvalorização imobiliária para baratear bens locais para o setor privado. O maior objetivo seria remover famílias de baixa renda e abrir espaço para grandes empreendimentos transformarem a área marcada por cortiços, pensões, ocupações, hotéis e moradias modestas em região nobre. Indícios mais recentes desse processo a longo prazo seriam o desmonte de contêineres e a transferência das unidades de Atendimento Diário Emergencial (ATENDE), equipamentos do Programa Redenção, na região da Luz, que abrigam e atendem moradores de rua e usuários de drogas para uma área de menor visibilidade do bairro Armênia para "esconder" a cracolândia.

Foro de São Paulo. Pela primeira vez desde que foi eleita presidente do PT em 2017, Gleisi Hoffmann não participou da reunião anual do Foro de São Paulo. Alvo de intensos ataques do presidente Jair Bolsonaro e seus aliados, o encontro de partidos e organizações de esquerda da América Latina aconteceu entre os dias 24 a 26 de julho, em Caracas, na Venezuela.

 

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