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Pedro Nastri

Uma viatura do Corpo de Bombeiros e duas unidades de resgate foram acionadas
Uma viatura do Corpo de Bombeiros e duas unidades de resgate foram acionadas
Foto: Gazeta de S.Paulo

Coronavírus - Fake News

Coronavírus - Fake News. O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) alerta a população que, até o presente momento, não há qualquer evidência científica de cura ou imunização relacionada ao novo coronavírus. Algumas pessoas, médicos e não-médicos, estão prescrevendo e realizando terapias sem qualquer embasamento científico. Trata-se de um desserviço e um risco para a sociedade. Por isso, o Conselho orienta a população a desconfiar de anúncios sensacionalistas e promessas de resultado fácil, além de tratamentos para a cura ou prevenção da COVID-19. Segundo Mário Jorge Tsuchiya, presidente do Cremesp, em caso de médicos, a disseminação de notícias falsas e/ou prescrição de falsos tratamentos é infração ao Código de Ética Médica, passível de punição.

Coronavírus CMSP. A Câmara Municipal de São Paulo decidiu suspender as sessões ordinárias e as reuniões das comissões por 15 dias, renováveis por mais dois iguais períodos. As atividades dos vereadores, no entanto, não serão paralisadas, apenas estão sendo racionalizadas para evitar aglomerações. Os projetos que tratarem de medidas sobre Covid-19 serão deliberados por meio do sistema virtual. O Projeto de Resolução também prevê que, em caso da suspensão das sessões durarem 30 dias ou mais, o recesso parlamentar do mês de julho será suspenso. A Casa já havia adotado uma série de medidas educativas e preventivas, como distribuição de álcool em gel, e passou a adotar medidas restritivas. A entrada está limitada a vereadores, funcionários e fornecedores. Eventos coletivos como sessões solenes, reuniões de lideranças partidárias e visitação institucional estão suspensos. Funcionários com mais de 60 anos, gestantes, aqueles portadores de doenças crônicas e imunodeprimidos podem se afastar administrativamente.

Dengue: mais mortes. Das 32 pessoas que morreram em decorrência da dengue nos primeiros meses deste ano, 20 tinham mais de 60 anos. A informação é do último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. Esta faixa etária é apontada como uma das mais vulneráveis às complicações causadas pela doença. Nestes casos, os especialistas da área alertam que o vírus da dengue pode interagir com doenças pré-existentes e levar a quadros graves. Como qualquer doença, os idosos são mais vulneráveis, porque não têm a mesma resposta imunológica de uma pessoa mais jovem. Qualquer patógeno, se os idosos forem infectados, a probabilidade de a doença ser mais severa é maior. 

 

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