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Pedro Nastri

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Foto: Gazeta de S.Paulo

Mortes em casa

Mortes em casa. A Prefeitura de São Paulo, gestão Bruno Covas (PSDB), divulgou que o número de mortes em casa na capital paulista cresceu 30% na comparação com o mês de março, quando começou a pandemia de coronavírus no município. Segundo os números da Secretaria Municipal de Saúde, até o dia 25 de abril, pelo menos 632 pessoas morreram em casa na cidade. Em todo o mês de março foram 483 pessoas, mesmo valor médio registrado em fevereiro, quando a cidade teve 453 mortes em casa, e janeiro, quando o número de falecimentos foi de 445 óbitos. Os números de abril não contemplam o mês fechado e, portanto, o total de mortos pode superar os 632 registrados até o dia 25, segundo a Secretaria da Saúde.

Uso de máscaras. O governador João Doria (PSDB) anunciou em entrevista coletiva no início da tarde da última quarta-feira (29) que será obrigatório o uso de máscaras para passageiros do Metrô, de trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e de ônibus intermunicipais, administrados pelo governo do estado de São Paulo, a partir de segunda-feira, dia 4 de maio. A medida se estende também para os ônibus na cidade de São Paulo. A medida vale ainda para motoristas e passageiros de táxis e aplicativos de transporte, como Uber, 99 e Cabify. Segundo Doria, haverá fiscalização por parte da Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo). "Se estiverem sem máscaras, será uma infração. O motorista poderá recusar a corrida se o passageiro não usar a proteção. As empresas públicas ou privadas serão advertidas por escrito e depois multadas se descumprirem a regra. Já os passageiros serão advertidos verbalmente".

Contratos suspensos. A Prefeitura de São Paulo suspendeu os contratos com as vans do Programa de Transporte Escolar Gratuito. A medida vale enquanto durar a situação de emergência na cidade, estabelecida no dia 17 de março, causada pela pandemia do novo coronavírus. Os contratados irão receber um pagamento de metade do valor por aluno neste período, com um limite de R$4.678,04 por contrato. A gestão do prefeito Bruno Covas poderá solicitar o uso dos veículos para serviços relacionados ao enfrentamento da pandemia. Nestes casos, o contratado receberá o pagamento integral do contrato. O serviço é utilizado por alunos matriculados na rede municipal de ensino, que estão sem aulas desde o dia 23 de março. 

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