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Por Pedro Nastri - Colaborador
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Procon x ENEL

Procon X ENEL I. O Procon-SP fechou um acordo com a Enel a fim de resolver as quase 55 mil reclamações registradas por pessoas que tiveram problemas com a empresa. O compromisso firmado com a empresa abrange todos os consumidores que já reclamaram ou vierem a reclamar no Procon-SP até o dia 31 de agosto e traz as seguintes mudanças: Nenhum débito (contas não pagas) precisa ser pago à vista, o parcelamento em 12 vezes sem juros será automático para os pagamentos em aberto, de contas com leitura até 31 de agosto. Antes do acordo, para conseguir o parcelamento de conta(s) questionada(s), o consumidor era obrigado a admitir que a cobrança estava certa.

Procon X ENEL II. Antes do acordo, caso o consumidor não pagasse os valores cobrados nas contas de junho e julho, a Enel, com autorização da agência reguladora ANEEL, poderia cortar o fornecimento de energia elétrica. O compromisso dá mais segurança para o consumidor aguardar a contestação da(s) conta(s) sem risco de corte de energia. A Enel informará adequadamente cada consumidor sobre as cobranças questionadas. Antes do acordo, formaram-se filas de consumidores em várias lojas da distribuidora que buscavam informações a respeito dos valores das contas. Além das quase 55 mil demandas registradas no Procon-SP de janeiro até julho deste ano. O Procon-SP fiscalizará as contas questionadas.

Teste de anticorpos. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decidiu na quinta-feira (13) que os planos de saúde têm de cobrir os testes sorológicos para o novo coronavírus. A medida vale a partir do dia 14. O teste sorológico é o chamado teste rápido para o novo coronavírus. Segundo a ANS, o procedimento "passa a ser de cobertura obrigatória para os beneficiários de planos de saúde a partir do oitavo dia do início dos sintomas, nas segmentações ambulatorial, hospitalar e referência, conforme solicitação do médico assistente."

Policiais com Covid-19. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo revelou que pelo menos 1.900 agentes das polícias militar, civil e científica estão afastados por suspeita ou diagnóstico de infecção pela Covid-19. O número equivale a 1,7% do efetivo de 112.913 funcionários. Desde maio passado, os profissionais da segurança pública passam por um programa de testes para a detecção do coronavírus. Inicialmente, foram submetidos aos exames os PMs. Depois, foram iniciados os procedimentos nos agentes da Polícia Civil. Já a GCM (Guarda Civil Metropolitana), segundo informações da Secretaria Municipal de Segurança Urbana, tem 47 guardas estão afastados, dos quais 24 apresentaram resultados positivos em testes para o vírus. 

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