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Giovanna levou o filho ao hospital Estadual de Vila Alpina depois que ele passou a apresentar dificuldades para respirar | Reprodução
A Polícia Civil investiga a morte de um bebê de nove meses, ocorrida na noite da terça-feira (26/8), em Sapopemba, zona leste da capital paulista.
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Giovanna Chiquinelli Marcatto, de 26 anos, mãe da vítima, foi ouvida e presa na quarta-feira (27/8), suspeita de envenenar o próprio filho.
Ela teve a prisão temporária decretada por 30 dias, que foi aceita pelo Ministério Público por suspeita de homicídio qualificado.
Segundo o boletim de ocorrência, Giovanna levou o filho ao hospital Estadual de Vila Alpina depois de ele ter passado a apresentar dificuldades para respirar, por volta das 20h30.
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O bebê, que chamava Dante, não resistiu e teve a morte registrada às 20h47.
Em depoimento, a mãe disse ter dado banana amassada cerca de 3 horas antes da morte.
O exame necroscópico foi realizado e identificou "sementes azuis" nas vísceras da criança, levantando ainda mais a suspeita de envenenamento.
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De acordo com o delegado Alexandre Bento, responsável pelo 42° DP (Parque São Lucas), os legistas informaram que os exames indicaram que a criança morreu três horas após a ingestão da substância, ou seja, mesmo horário em que a mãe deu a papinha de banana amassada.
A suspeita de ingestão acidental foi descartada pelos agentes. De acordo com a polícia, o produto contém uma substância “amargante”, que tem o intuito de impedir a ingestão acidental por crianças.
Um inquérito foi instaurado e exames periciais requisitado para intensificar as investigações.
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Além disso, diligências na creche em que a criança ficava e buscas na residência onde morava e de familiares foram feitas pelos agentes.
Entre os itens apreendidos estão mamadeiras, utensílios de alimentação, celulares e até a agenda escolar de Dante.
Imagens de câmeras de segurança mostram Giovanna em um petshop comprando o produto, por volta das 15h30 de segunda-feira (25/8). Assista abaixo:
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O caso está em investigação. Testemunhas serão ouvidas e os laudos periciais devem completar o inquérito.
A Polícia Civil trata o episódio como homicídio qualificado.
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