Reviravolta na Paulista: Nunes quebra o silêncio sobre megashow internacional

Ministério Público deu aval para o evento; prefeito de São Paulo diz que verá se 'ainda dá tempo' para 2026

O prefeito Ricardo Nunes durante entrevista à Gazeta

Prefeito de SP, Ricardo Nunes, demonstra preocupação com exigências e tempo para realizar o evento | Yuri Villaça/Gazeta de S.Paulo

O prefeito Ricardo Nunes (MDB) disse ter dúvidas sobre a realização de um megashow internacional na avenida Paulista em 2026. A afirmação foi feita após o Ministério Público ter dado aval para o evento.

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“Agora é que vamos retomar as conversas e ver se ainda dará tempo para fazer esse ano. Demorou muito a decisão do MP”, afirmou Nunes à GloboNews ao ser questionado sobre o tema.

O Conselho Superior do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) aprovou, por 6 votos a 5, o acordo que autoriza a realização de até dois megashows gratuitos por ano na avenida Paulista.

Para promover os eventos, a prefeitura deverá atender uma série de obrigações definidas pelo colegiado.

A decisão homologa um acordo firmado em fevereiro para revisar o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que limita, desde 2007, os eventos na Paulista a três por ano: Parada LGBT+, Corrida de São Silvestre e a festa de Revéillon.

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A ideia original de Nunes era fazer o show em 5 de setembro, para aproveitar o feriado de 7 de setembro para atrair mais turistas à cidade.

Bruno Mars, Rolling Stones ou U2

Em abril, Nunes revelou com exclusividade à Gazeta os nomes cotados e a possível data para a grande apresentação que pretende realizar na Capital.

Segundo ele, os artistas em negociação eram U2, Rolling Stones e Bruno Mars. A

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No entanto, ele disse que a realização dependia da readequação de um TAC junto ao Ministério Público de São Paulo (MPSP), que limita o número de eventos anuais permitidos na avenida Paulista.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

“Pode ser que mude, mas na nossa última reuniçai avançaram os nomes de U2, Rolling Stones e Bruno Mars”, explicou o emedebista.

Segundo Nunes, a avenida em teoria só pode ter três grandes eventos por ano, que atualmente são a Parada LGBT+, o Réveillon e a São Silvestre.

“Eu acho até que está errado, porque a São Silvestre e o Réveillon são no mesmo período, mas tudo bem. E, para poder fazer esse grande evento, é preciso primeiro reajustar esse TAC junto ao Ministério Público”, continuou Nunes, garantindo que segue em negociações com o MPSP.