A direção da RecordTV garantiu que nenhum candidato à Prefeitura de São Paulo passou por revista com detector de metal no debate deste sábado (28/9). Já as equipes dos políticos tiveram que lidar com segurança reforçada ao chegar à emissora.
Na entrada do estúdio, as equipes dos postulantes à cadeira da prefeitura passaram por revista e detectores de metal. Os candidatos foram poupados.
Além disso, a emissora colocou à disposição apenas copos de acrílico, sem vidro, parafusou os assentos e adotou regras mais rígidas para o encontro.
As regras do debate
Se um candidato xingar outro, por exemplo, ele tem 30 segundos descontados do seu momento de considerações finais.
“É triste a gente ver que um debate político com pessoas que deveriam ser civilizadas, dar exemplo para os eleitores, tenha virado um bangue-bangue”, afirmou Guilherme Boulos (PSOL).
A candidata Marina Helena (Novo) disse que seu marido estava preocupado com a segurança dela. “No outro debate eu estava no meio da cadeirada, a cadeira voou sobre a minha cabeça”, disse.
Pablo Marçal (PRTB) disse esperar que o debate não tenha “palhaçada”. Já Ricardo Nunes (MDB) comentou que seu marqueteiro, Duda Lima, precisou colocar seis pontos após ser golpeado no debate do Flow.
Tabata Amaral (PSB), por sua vez, afirmou que o debate é oportunidade para discutir propostas, não comparar “quem fez o maior showzinho”.
José Luiz Datena (PSDB) não falou com a imprensa antes do debate.
Este se tratou do nono encontro entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo. O próximo será promovido pela Folha de S.Paulo e UOL nesta segunda-feira (30), e o último na TV Globo, dia 3 de outubro.
