O ano de 2026 é de eleição, e as movimentações já começaram. Com o calendário concluído, é sempre bom se manter informado e ter ciência dos prazos estabelecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Para o cidadão, o cronograma é uma questão de organização; para os partidos, é uma corrida contra o tempo. O calendário oficial não apenas fixa o dia do voto, mas estabelece “cláusulas de barreira” temporais que definem quem poderá, de fato, ter o nome impresso na urna eletrônica.
Calendário das eleições
A primeira data importante é para o eleitor: dia 6 de maio, data-limite para regularizar a situação na Justiça Eleitoral. Seja para tirar o primeiro título ou resolver pendências como cadastramento biométrico e local de votação. Depois do dia 6, todos esses serviços estarão fora do ar.
De 20 de julho a 5 de agosto é a vez dos partidos e candidatos. É nessa janela que ocorrem as convenções partidárias: partidos e federações deliberam sobre coligações e definem candidatas e candidatos aos cargos em disputa.
15 de agosto é data importantíssima: hora de oficializar os registros dos candidatos. Após definir as candidaturas, os partidos têm até esse dia para registrar os nomes na Justiça Eleitoral. A partir daí, começa a propaganda partidária.
E é em 16 de agosto que o jogo começa de verdade. Todos os candidatos aprovados dão o pontapé na campanha eleitoral: inicia o período de propaganda eleitoral geral. Antes dessa data, qualquer divulgação com pedido explícito de voto é irregular e sujeita a multa.
28 de agosto marca o início das eleições nas TVs e rádios. A veiculação da propaganda no horário eleitoral gratuito vai de 28 de agosto a 1º de outubro.
Finalmente, chegamos à data das eleições: 4 de outubro (1º turno) e 25 de outubro (2º turno). O 1º turno é no primeiro domingo de outubro (dia 4); o 2º, no último (dia 25), se necessário. A votação começa às 8h (horário de Brasília) e termina às 17h.
19 de dezembro: último dia para diplomação de eleitas e eleitos. Cabe a cada TRE escolher a data da cerimônia em cada estado.
