O Ministério da Saúde realiza neste fim de semana o maior mutirão voltado exclusivamente à saúde da mulher no Sistema Único de Saúde (SUS).
A ação ocorre neste sábado (21/3) e domingo (22/3), com atendimentos previamente agendados em todo o país.
A iniciativa mobiliza hospitais públicos, privados e filantrópicos, com oferta de exames e cirurgias de média e alta complexidade.
Entre os procedimentos previstos estão tomografias, ressonâncias magnéticas, ultrassonografias e cirurgias ginecológicas e gerais.
Também está prevista a oferta de implantes contraceptivos subdérmicos, com distribuição de milhares de unidades durante a ação.
Atendimentos e estrutura nacional
O público-alvo inclui mulheres de todas as faixas etárias, desde crianças até idosas, selecionadas pelas centrais de regulação dos estados e municípios.
A mobilização envolve instituições como hospitais universitários federais e unidades especializadas, ampliando a capacidade de atendimento simultâneo.
A iniciativa integra o programa federal voltado à ampliação do acesso a consultas, exames e cirurgias especializadas.
Segundo o Ministério da Saúde, ações semelhantes já somaram mais de 100 mil atendimentos em edições anteriores.
Acesso e apoio às pacientes
Para viabilizar o comparecimento, o governo prevê transporte gratuito para milhares de mulheres atendidas.
A medida busca reduzir faltas e garantir acesso ao atendimento, especialmente em regiões com maior dificuldade de deslocamento.
Mulheres indígenas também contarão com suporte adicional, incluindo transporte e hospedagem em estruturas específicas.
A estratégia pretende reduzir desigualdades de acesso e ampliar a cobertura de serviços de saúde em áreas mais afastadas.
Objetivo do programa
Os mutirões fazem parte de um conjunto de ações para reduzir o tempo de espera no SUS. Segundo o Ministério da Saúde, entre as medidas estão ampliação de horários, uso de unidades móveis e parcerias com a rede privada.
A proposta é aumentar a oferta de serviços especializados e melhorar o fluxo de atendimento no sistema público.
O governo afirma que a iniciativa busca acelerar diagnósticos e ampliar o acesso a tratamentos no país.
