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Foto: Agência Brasil

NOTAS

Mudanças. Desde a última segunda-feira, os pedidos de revisão de valor do benefício, de recursos e de cópia de processos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) podem ser feitos apenas pela internet, no Meu INSS, ou pelo telefone 135. A estimativa do INSS é que atualmente esses serviços levem mais de 70 mil pessoas por mês às agências. Com as solicitações feitas pela internet ou telefone, o órgão espera melhorar o atendimento ao público e poupar trabalho e gastos aos cidadãos que precisam se descolar em busca de uma agência do órgão. A mudança faz parte do projeto de transformação digital implantado pelo INSS para ampliar a oferta de serviços digitais. O Meu INSS é acessível por meio de computador ou celular. Para usar o serviço é preciso se cadastrar e obter uma senha no próprio site. Também é possível obter a senha no internet banking de instituições da rede credenciada que são Banco do Brasil, Banrisul, Bradesco, Caixa, Itaú, Mercantil do Brasil, Santander, Sicoob e Sicredi. Em caso de dúvida, basta ligar para o 135. (AB)

Café. A segunda estimativa de safra do café divulgada ontem pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica que o Brasil deve colher 50,92 milhões de sacas de café beneficiado, das espécies arábica e conilon, este ano. O resultado representa uma redução de 17,4% em relação a 2018.Segundo a Conab, a queda é resultado da bienalidade negativa dos cafezais, "um fenômeno natural que ocorre com a cultura e faz com que sua produtividade seja maior em um ano e menor no ano seguinte". Apesar da redução na estimativa, o Brasil permanece como o principal produtor e exportador mundial de café. (AB)

Déficit. Mesmo com a aprovação da reforma da Previdência, o país continuará a registrar déficits primários - resultado das contas públicas desconsiderando os juros da dívida - até 2025, só voltando a ter resultados positivos em 2026. A conclusão consta de relatório da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão auxiliar do Senado.O relatório também apontou alto risco de descumprimento do teto de gastos - que limita o crescimento das despesas federais à inflação - a partir de 2022. Para 2019 e 2020, a IFI considera baixas as chances de os gastos estourarem o teto, mas vê risco moderado em 2021. (AB)

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