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Otimismo desidratado. O presidente da Iguatemi Empresa de Shopping Centers, Carlos Jereissati Filho, disse em entrevista ao jornal " O Estado de S. Paulo" que o otimismo com a economia brasileira desde a eleição do presidente Jair Bolsonaro (PSL) "desidratou" e a perspectiva de crescimento mais robusto para a economia ficou para 2020. "É mais um ano que passa sem grandes transformações", disse. (GSP)

Dia dos Namorados. A expectativa do comércio para as vendas relacionadas ao Dia dos Namorados, comemorado no Brasil no dia 12 de junho, é de alta de 1,9%, na comparação com o ano passado. Segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), este é o terceiro ano seguido de melhora nas vendas, após dois anos de recessão econômica em que a data apresentou perdas. (AB)

Produção em alta. A produção de veículos teve alta de 29,9% em maio em comparação com o mesmo mês de 2018. Segundo o balanço da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), foram montados ao longo de maio 275,7 mil unidades, contra 212,3 no mesmo período do ano passado. Em relação a abril, o crescimento na fabricação foi de 3,1%. (AB)

Leve recuperação. A produção industrial brasileira alcançou em 2017 o valor bruto de R$ 2,7 trilhões. O faturamento bruto atingiu R$ 3,9 trilhões. Desse valor, 82,5% são relativos à receita bruta da venda de produtos e serviços industriais. Os números fazem parte da Pesquisa Industrial Anual Empresa 2017 (PIA Empresa), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgada nesta quinta-feira. Os principais resultados da pesquisa mostram leve recuperação no setor industrial entre 2016 e 2017. (AB)

Inflação. O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), que registra a variação da cesta de compras de famílias com renda até 2,5 salários mínimos, teve inflação de 0,26% em maio deste ano. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), a taxa é inferior à observada em abril (0,73%). O IPC-C1 acumula taxas de inflação de 2,79% no ano e de 5,5% em 12 meses, de acordo com a FGV. (AB)

Melhores salários. Segmento industrial que tem os melhores salários do País, a extração de petróleo e gás pagou em 2017 sete vezes mais do que a média dos salários pagos em outras atividades industriais, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Anual, divulgada nesta quinta-feira pelo instituto. A pesquisa do IBGE mostra que, enquanto os salários médios da indústria recuaram 12,8% em uma década no Brasil, o rendimento de quem trabalha com petróleo e gás subiu 76,1%. (FP)

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