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Confiança do comércio. O Índice de Confiança do Comércio, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 2,3 pontos na passagem de junho para julho deste ano. Com o resultado, que é a segunda alta consecutiva, o indicador chegou a 95,5 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Em julho, a confiança subiu em nove dos 13 segmentos do comércio pesquisados. A melhora do índice foi puxada principalmente pela confiança no futuro, medida pelo Índice de Expectativas, que avançou 2,7 pontos e chegou a 102,6 pontos. O Índice da Situação Atual, que mede a satisfação com o momento presente, subiu 1,8 ponto, atingindo 88,6 pontos. (AB)

Menor aprendiz. O número de aprendizes encaminhados pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) às empresas cresceu 13,6% no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. O total de aprendizes somou 247.679 de janeiro a junho, de acordo com o Boletim Estatístico do CIEE divulgado na segunda-feira, em São Paulo. Em relação aos estagiários, o total foi 868.468 pessoas encaminhadas, com crescimento de 3,8%. Nos primeiros seis meses deste ano, de acordo com a pesquisa, 68,8% dos aprendizes eram jovens já formados no ensino médio, enquanto 26% ainda estavam cursando o ensino médio. O estudo revelou também que 4,6% dos aprendizes estavam no ensino fundamental. Quanto aos estagiários, 77,4% são do ensino superior, 18,9% do ensino Médio e 3,3% do ensino técnico. (AB)

Redução de taxas de juros. A maior perspectiva de aprovação da reforma da Previdência e a expectativa de queda na Selic levaram os mercados a terem um mês "extremamente positivo" em junho, afirmou nesta quinta-feira o coordenador de Operações da Dívida Pública, Roberto Lobarinhas. "Tivemos forte redução de taxas de juros em junho no mercado doméstico e melhora na percepção de risco", afirmou. Como exemplo, Lobarinhas mostrou a taxa de papéis prefixados, de 8,47% para 7,47% em junho, o que avaliou como significativo. Lobarinhas disse que os níveis registrados pelo Credit Default Swap (CDS) em julho, nas mínimas desde 2014, é "significativo", dado que o Brasil ainda não recuperou o grau de investimento nas avaliações das agências de rating. (EC)

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