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VALE DA LUA. 
O rio São Miguel, ao longo dos séculos, esculpiu essa paisagem singular no terreno rochoso, que se assemelha mesmo a uma paisagem lunar. O Vale fica dentro de uma propriedade privada e a entrada é R$ 20.
VALE DA LUA. O rio São Miguel, ao longo dos séculos, esculpiu essa paisagem singular no terreno rochoso, que se assemelha mesmo a uma paisagem lunar. O Vale fica dentro de uma propriedade privada e a entrada é R$ 20.
Foto: Vitor Marigo

A mística Chapada dos Veadeiros

SINGULAR. Paisagens como o Vale da Lua ou o Jardim de Maitreya fazem da Chapada dos Veadeiros um local místico e fora do comum

O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, traz um ar todo especial. Primeiro, o Parque: com mais de 240 mil hectares de mata típica da região central do Brasil, o local foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco em 2001. Isso significa que sua vegetação e fauna são protegidos da ação do homem, impedindo que sua paisagem especial seja degradada.

Em segundo lugar, sua geografia é outro atrativo para os milhares de turistas que buscam a Chapada. Cachoeiras das mais variadas alturas, trilhas, formações rochosas e uma visão do cerrado são algumas das atrações. Um cuidado que o turista deve tomar ao visitar o Parque é se vacinar contra a febre amarela, pelo menos dez dias antes da viagem.

A área do Parque é tão grande que abrange cinco cidades goianas: Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante, Teresina de Goiás, Nova Roma e São João d'Aliança. A entrada do Parque fica em Alto Paraíso, mais exatamente no vilarejo São Jorge. O ingresso para visitantes brasileiros é R$ 17 (R$ 26 para visitantes estrangeiros de países do Mercosul e R$ 34 para turistas dos demais países). A entrada é gratuita para pessoas de até 12 anos ou acima de 60 anos. O parque funciona o ano todo.

Lá dentro, trilhas das mais variadas dificuldades, cachoeiras e formações rochosas dão o ar da graça e cativam a visão dos turistas. Além das belas paisagens naturais, a Chapada chama a atenção pelo seu lado místico: a região fica em cima de uma grande concentração de quartzo, ou cristal de rocha. Outro detalhe é que o Parque está no Paralelo 14, linha imaginária que atravessa a também mística cidade peruana Machu Picchu. Não à toa, o turismo esotérico é um dos pontos fortes de lá. Adeptos do esoterismo procuram as cidades em torno do parque para praticar meditação, por exemplo.
(Vanessa Zampronho)

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