Dono da maior frota de veículos civis blindados, o Brasil teve 17,5% de aumento na produção de carros protegidos no ano passado, com total de 34.402 blindagens feitas.
O serviço oferece proteção balística mas não contra erros de procedimentos.
Por isso, o comportamento do dono do veículo continua sendo um fator determinante na proteção.
- Evitar rotinas previsíveis – Variar trajetos e horários, pois os criminosos estudam os padrões das vítimas.
- Nunca parar o veículo em zonas críticas – Evitar entradas de favelas, becos, locais escuros, áreas sem câmeras ou com visibilidade comprometida. Manter o carro sempre em posição de rápido deslocamento.
- Treinar entrada e saída com fluidez e atenção – Devem ser rápidas e coordenadas. Orientar todos os ocupantes para agirem com fluidez, foco e mínima exposição.
- Revisar a blindagem e desativar automatismos perigosos – Blindagem exige manutenção. Vidros, portas, sistemas elétricos e borrachas de vedação devem ser revisados a cada seis meses. O carro blindado não pode ter abertura e fechamento de portas automáticos.
- Não ostentar o blindado – Estes veículos chamam a atenção, pois geralmente são de luxo. E muita atenção atrai riscos. Manter discrição, principalmente em áreas de risco elevado.
