Problemas mecânicos afetam transporte de carga gigante pela Dutra

Transporte começaria às 9h desta quarta, mas por problemas no freio foi adiado para as 13h

Problema mecânico adiou transporte da carga pela rodovia

Problema mecânico adiou transporte da carga pela rodovia | Divulgação/CCR

Um problema mecânico na carreta que transporta uma carga especial gigante pela rodovia Presidente Dutra adiou o início da operação, prevista para as 9h desta quarta-feira (13/8).

Com 135 metros de comprimento, seis metros de largura e peso superior a 800 toneladas, o transformador gigante saiu de Guarulhos, na Grande São Paulo, e será transportado pela rodovia até o porto de Itaguaí, no Rio de Janeiro.

Em meio a diversos adiamentos, a operação de risco da carga retomou o trajeto e chegou a Pindamonhangaba, no Vale do Paraíba, no fim da tarde desta segunda-feira (11/8).

Com a carga estacionada em Pindamonhangaba, o plano da concessionária CCR era levar a carga do km 101 até o km 78, em Roseiras, ainda no Vale do Paraíba. No entanto, problemas técnicos nos freios levaram a um novo adiamento do transporte.

Segundo informou Rodrigo Camilo, gerente de projeto da empresa de logística à TV Globo, o problema foi identificado pelo mecânico assim que o veículo foi ligado.

O inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Eron Ribeiro, informou que a manutenção será feita até que seja possível promover um deslocamento seguro. A nova programação de transporte foi alterada para sair entre 13h e 14h.

A operação transportará a carga até o porto de Itaguaí, no Rio de Janeiro. De lá, ela será levada à Arábia Saudita em um navio.

Instruções aos motoristas

A concessionária informa ainda que devido ao tamanho da carga, os motoristas trafeguem com cautela na rodovia.

“Devido à dimensão da carga, que ocupará até duas faixas durante o trajeto, a concessionária orienta os clientes que trafeguem com cautela na rodovia.”

Em caso de chuva ou ajustes operacionais dos envolvidos na operação, as atividades poderão sofrer alterações.

Mais de 50 profissionais, incluindo colaboradores do time de Operação, Engenharia e de Tráfego da RioSP, a empresa responsável pela carga, a transportadora, a PRF (Polícia Rodoviária Federal), ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes) e o DER-SP (Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo), estão envolvidos e apoiarão a operação.