Novo passaporte digital pretende acabar com o documento físico

Por enquanto, a novidade está disponível apenas nos Estados Unidos e para usuários da Apple

Atualizações impactam brasileiros que pretendem viajar, trabalhar ou morar no exterior ao longo de 2026

Até o momento, não há previsão de chegar no Brasil | Divulgação/Agência Gov

A Apple anunciou oficialmente a integração do passaporte digital ao aplicativo Wallet do iPhone, permitindo que o documento seja apresentado apenas com o Face ID e sem a necessidade da versão física.

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A novidade, por enquanto, está disponível apenas nos Estados Unidos, mas já movimenta debates sobre o futuro da documentação internacional.

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O avanço, porém, traz desafios e envolve discussões sobre segurança, privacidade, padronização global de criptografia e acesso desigual à tecnologia.

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A adoção do recurso também exigirá modernização de aeroportos e postos de fronteira, que precisarão adaptar suas infraestruturas para validar documentos eletrônicos. Mesmo assim, a avaliação de governos e empresas do setor é de que o caminho é inevitável, e que, em poucos anos, documentos físicos podem se tornar exceção.

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Entre os principais pontos em debate estão:

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  • Segurança e privacidade: O documento digital usa criptografia avançada e autenticação biométrica, mas dependerá de padrões internacionais para garantir proteção e interoperabilidade.
  • Infraestrutura global: Terminais de embarque e fronteiras precisarão de sistemas capazes de ler e validar o passaporte digital.
  • Inclusão digital: A tecnologia só será plenamente efetiva quando todos os viajantes tiverem acesso a smartphones compatíveis.

Até o momento, o passaporte digital da Apple é restrito a um número limitado de usuários. Também não há previsão de chegar no Brasil.