Com a cerimônia do Oscar 2026 marcada para este domingo (15/3), o filme brasileiro “O Agente Secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho, tem conquistado elogios importantes da crítica internacional.
A revista americana The New Yorker destacou o longa como um dos favoritos e, para alguns dos críticos, a produção brasileira deveria até levar o prêmio principal da noite: Melhor Filme.
Durante um episódio recente do podcast Critics at Large, os críticos Vinson Cunningham, Naomi Fry e Alexandra Schwartz analisaram as previsões para a premiação.
No debate, o trio demonstrou grande entusiasmo com o longa brasileiro e afirmou que, na opinião deles, o filme mereceria sair da cerimônia com a principal estatueta.
Críticos elogiam atuação de Wagner Moura
Além da análise no podcast, a revista também publicou previsões do crítico de cinema Justin Chung. No texto, ele avalia que o favorito ao prêmio de Melhor Ator deve ser Michael B. Jordan, pelo filme “Pecadores”.
Ainda assim, Chung defende que quem realmente mereceria vencer é Wagner Moura, protagonista de “O Agente Secreto”.
Segundo o crítico, o ator brasileiro entrega uma das interpretações mais marcantes do ano. Chung descreve a atuação como “fascinante”, marcada por grande carisma e por uma camada de melancolia que fortalece o personagem.
Previsões para o Oscar dividem especialistas
Na categoria Melhor Filme Internacional, Justin Chung acredita que “O Agente Secreto” tem boas chances de vitória. Mesmo assim, ele afirma que, em sua opinião, o prêmio deveria ficar com “Sirāt”, representante da Espanha na premiação.
Outras publicações especializadas também divulgaram as apostas para o Oscar. As revistas Deadline e The Hollywood Reporter não projetam vitórias para o filme brasileiro nas categorias em que concorre. Já a Variety aposta que o longa dirigido por Kleber Mendonça Filho pode conquistar a estatueta de Melhor Filme Internacional.
Entre os favoritos gerais da temporada, muitas previsões apontam disputa principalmente entre “Uma Batalha Após a Outra”, dirigido por Paul Thomas Anderson, e “Pecadores”, de Ryan Coogler.
