Vacinação infantil: veja documentos e regras para atualizar a carteirinha

Pais devem ficar atentos às exigências de acompanhamento e aos documentos obrigatórios, como CPF e cartão do SUS, para garantir as doses

Crianças de 0 a 10 anos podem ser vacinadas durante o encaminhamento a um posto ou Unidade Básica de Saúde (UBS) com a apresentação do cartão do Sistema Único de Saúde (SUS

Crianças de 0 a 10 anos podem ser vacinadas durante o encaminhamento a um posto ou Unidade Básica de Saúde (UBS) com a apresentação do cartão do Sistema Único de Saúde (SUS | Erasmo Salomão/MS

A imunização infantil impede o desenvolvimento de doenças graves, incluindo algumas que podem causar sequelas permanentes ou até levar à morte.

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Embora seja vital vacinar uma criança para protegê-la no futuro, alguns pais e responsáveis podem ter dúvidas sobre as etapas obrigatórias antes da aplicação das primeiras doses.

Portanto, estar atualizado às regras de vacinação é a principal recomendação de órgãos de saúde.

O que é preciso saber antes de vacinar uma criança?

Segundo o guia de imunização da página Meu SUS Social, vinculada ao gov.br, plataforma unificada do Governo Federal, a recomendação muda de acordo com a faixa etária do menor.

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Crianças de 0 a 10 anos podem ser vacinadas durante o encaminhamento a um posto ou Unidade Básica de Saúde (UBS) com a apresentação do cartão do Sistema Único de Saúde (SUS). A página ainda orienta que toda dose seja administrada na idade recomendada.

Caso o prazo de alguma vacina seja perdido, basta ir à unidade de saúde e atualizar as doses.

Crianças de 0 a 10 anos podem ser vacinadas durante o encaminhamento a um posto ou Unidade Básica de Saúde (UBS) com a apresentação do cartão do Sistema Único de Saúde (SUSCrianças de 0 a 10 anos podem ser vacinadas durante o encaminhamento a um posto ou Unidade Básica de Saúde (UBS) com a apresentação do cartão do Sistema Único de Saúde (SUS)/Divulgação/SECOM

Já para adolescentes entre 11 e 19 anos, a caderneta deve ser frequentemente atualizada. Determinados tipos de imunizantes são administrados apenas nesta faixa etária, enquanto outros, geralmente aplicados na infância, precisam de reforço. Doses atrasadas podem ser colocadas em dia.

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A página da prefeitura de São Paulo explica que menores de idade devem ser acompanhados por um responsável maior de 18 anos. Além da caderneta, o documento de identificação do jovem deve ser apresentado, preferencialmente o Cadastro de Pessoa Física (CPF).

Por que a vacinação é importante para as crianças?

O imunizante ajuda o sistema imunológico a reconhecer e combater vírus e bactérias. O guia explicativo elaborado pela Unimed Campinas destaca ainda que a vacinação é uma forma de proteger quem ainda não pode receber uma dose, como bebês e pessoas com condições que impedem a aplicação.

O texto pontua que manter a carteira atualizada é uma forma de garantir saúde a longo prazo, reduzir gastos com tratamentos médicos e contribuir para uma sociedade mais segura e saudável.

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É essencial que os responsáveis estejam atentos e sigam corretamente o calendário nacional de vacinação infantil. 

Mesmo com o receio causado por uma possível reação, o Ministério da Saúde afirma que a manifestação do corpo é normal e que as doses disponíveis para a população são seguras. 

O artigo 14, inciso 1º, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) explica que: “É obrigatória a vacinação das crianças nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias”.

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O descumprimento dessa norma pode acarretar penalidades, como a suspensão de benefícios sociais e até impedimentos na matrícula escolar.

As vacinas são oferecidas gratuitamente pelo SUS. Outras estão disponíveis na rede particular.

Conheça o Programa Nacional de Imunizantes (PNI)

O projeto é uma iniciativa do Ministério da Saúde, responsável por coordenar as ações de vacinação em todo o território brasileiro.

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Estabelecido em 1973, o programa tem como objetivo garantir o acesso gratuito e unilateral às vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), com foco na prevenção e erradicação de doenças e na promoção da saúde pública.

O programa é responsável por reduzir a mortalidade, principalmente de crianças e adolescentes, e realizar campanhas de vacinação.