Polícia prende suspeito de assassinato

EM ARAÇARIGUAMA. Vitória, de 12 anos, foi sequestrada e morta quando saiu de casa para andar de patins, em junho de 2018

O caso Vitória mobilizou e comoveu a população da cidade pequena na região de Sorocaba

O caso Vitória mobilizou e comoveu a população da cidade pequena na região de Sorocaba | /REPRODUÇÃO ARQUIVO PESSOAL

A Polícia Civil confirmou nesta quarta-feira a prisão do quarto suspeito de envolvimento na morte da estudante Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, de 12 anos, sequestrada e morta quando saiu de casa para andar de patins, em junho de 2018, em Araçariguama, cidade do interior de São Paulo.

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Odilan Alves, de 35 anos, comanda o tráfico de drogas na região e teria mandado sequestrar a irmã de um usuário de drogas que devia para ele. A garota é parecida com Vitória, que foi pega por engano. Segundo a polícia, quando descobriram o erro, os sequestradores decidiram matá-la.

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Outras três pessoas já estão presas pelo crime, mas faltava chegar ao mandante. Odilan mora em Itapevi, mas mantém uma rede de distribuição de drogas em Araçariguama e outras cidades da região. Ele foi identificado a partir de informações de uma testemunha que está sob proteção do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo. A testemunha tem uma irmã com as mesmas características de Gabrielly e devia R$ 7 mil ao traficante.

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PRISÃO.

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A prisão de Odilan e de outras quatro pessoas que trabalham para ele no tráfico de drogas aconteceu na última terça-feira, em Itapevi. O suspeito, conhecido no tráfico como “irmão Nicolas”, “Gustavo” e “Bryan”, foi preso no Jardim Brasil, em Araçariguama. Ele teve a prisão temporária decretada e foi levado para a cadeia de São Roque.

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Na casa dele foram apreendidos um revólver com numeração raspada, munição e um notebook. Além de responder por tráfico de drogas e porte de arma, ele deve ser incriminado pela morte de Vitória.

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Os outros três acusados de matar a menina, o servente de pedreiro Bruno Ergesse e o casal Bruno Oliveira e Mayara Abrantes, estão presos em Tremembé, no Vale do Paraíba, também no interior do Estado.

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Os três negam participação no crime, mas devem ser julgados pelo tribunal do júri. O processo tramita em segredo de justiça no Fórum de São Roque.

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O caso de Vitória Gabrielly Guimarães mobilizou e comoveu a população de Araçariguama, uma cidade pequena, com população de cerca de 22 mil pessoas, na região de Sorocaba.

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Imagens de uma câmera mostraram a estudante de 12 anos andando de patins perto do ginásio de esportes, antes de desaparecer, no dia 8 de junho. A polícia e os moradores se mobilizaram em buscas pela garota.

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O corpo foi encontrado oito dias depois, em um matagal, à margem de uma estrada rural. Ela havia sido amarrada antes de ser morta. O pedreiro, primeiro a ser preso, apontou o casal como executor do crime. (EC)

Polícia prende suspeito de assassinato

EM ARAÇARIGUAMA. Vitória, de 12 anos, foi sequestrada e morta quando saiu de casa para andar de patins, em junho de 2018

O caso Vitória mobilizou e comoveu a população da cidade pequena na região de Sorocaba

O caso Vitória mobilizou e comoveu a população da cidade pequena na região de Sorocaba | /REPRODUÇÃO ARQUIVO PESSOAL

A Polícia Civil confirmou nesta quarta-feira a prisão do quarto suspeito de envolvimento na morte da estudante Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, de 12 anos, sequestrada e morta quando saiu de casa para andar de patins, em junho de 2018, em Araçariguama, cidade do interior de São Paulo.

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Odilan Alves, de 35 anos, comanda o tráfico de drogas na região e teria mandado sequestrar a irmã de um usuário de drogas que devia para ele. A garota é parecida com Vitória, que foi pega por engano. Segundo a polícia, quando descobriram o erro, os sequestradores decidiram matá-la.

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Outras três pessoas já estão presas pelo crime, mas faltava chegar ao mandante. Odilan mora em Itapevi, mas mantém uma rede de distribuição de drogas em Araçariguama e outras cidades da região. Ele foi identificado a partir de informações de uma testemunha que está sob proteção do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo. A testemunha tem uma irmã com as mesmas características de Gabrielly e devia R$ 7 mil ao traficante.

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A prisão de Odilan e de outras quatro pessoas que trabalham para ele no tráfico de drogas aconteceu na última terça-feira, em Itapevi. O suspeito, conhecido no tráfico como “irmão Nicolas”, “Gustavo” e “Bryan”, foi preso no Jardim Brasil, em Araçariguama. Ele teve a prisão temporária decretada e foi levado para a cadeia de São Roque.

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Na casa dele foram apreendidos um revólver com numeração raspada, munição e um notebook. Além de responder por tráfico de drogas e porte de arma, ele deve ser incriminado pela morte de Vitória.

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Os outros três acusados de matar a menina, o servente de pedreiro Bruno Ergesse e o casal Bruno Oliveira e Mayara Abrantes, estão presos em Tremembé, no Vale do Paraíba, também no interior do Estado.

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Os três negam participação no crime, mas devem ser julgados pelo tribunal do júri. O processo tramita em segredo de justiça no Fórum de São Roque.

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O caso de Vitória Gabrielly Guimarães mobilizou e comoveu a população de Araçariguama, uma cidade pequena, com população de cerca de 22 mil pessoas, na região de Sorocaba.

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Imagens de uma câmera mostraram a estudante de 12 anos andando de patins perto do ginásio de esportes, antes de desaparecer, no dia 8 de junho. A polícia e os moradores se mobilizaram em buscas pela garota.

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O corpo foi encontrado oito dias depois, em um matagal, à margem de uma estrada rural. Ela havia sido amarrada antes de ser morta. O pedreiro, primeiro a ser preso, apontou o casal como executor do crime. (EC)