Coligação entra com pedido de impugnação de Toninho Vieira

Progressista é o quarto que sofre pedido de impugnação em Cubatão

Coligação teria problemas relacionados à escolha do vice

Coligação teria problemas relacionados à escolha do vice | Nair Bueno/DL

A coligação “Juntos Somos Mais Fortes”, que tem como candidato o prefeito Ademário da Silva Oliveira (PSDB), entrou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o segundo pedido de impugnação de candidatura. Agora, o alvo é Antônio Vieira da Silva, o Toninho Vieira (Progressistas). O primeiro foi a do ex-presidente da Câmara, Wagner Moura (Republicanos).

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Segundo alega, há problemas na Coligação “Cubatão Que Eu Quero de Verdade”, liderada por Vieira, em relação aos demonstrativos de Regularidade de Atos Partidários (DRAPs), apresentados pós-convenções, pelos partidos que a compõem (PSL, Patriota, Progressista e PC do B) por conta da escolha dos vices.

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Cada sigla registrou um vice para Vieira. Também perdeu o prazo para regularizar a situação estabelecido pela legislação eleitoral.

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Unicidade

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“Não houve convergência entre os partidos sobre as várias questões fundamentais que constituem pressuposto para que pudessem constituir validamente uma coligação, e muito menos para indicar uma chapa que pudesse concorrer no pleito, lembrando que a chapa majoritária obedece ao princípio da unicidade”, alega.

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Lembrando que, em relação a Wagner Moura, a coligação alega inelegibilidade em razão da decisão do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) ter julgado irregulares contas dele quando presidente do Legislativo, em 2013. Tudo por conta de gastos com combustível sem a devida justificativa e gastos e adiantamentos com viagem dos 11 vereadores para Brasília (DF), na conhecida Marcha dos Vereadores.

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Outros

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A de Pedro de Sá Filho (PTB) foi pedida pelo advogado e candidato a vereador pelo Patriota, Cícero da Silva Júnior, que alega que Sá, enquanto vice-prefeito, exerceu o cargo de secretário de Educação no período em que houve o repasses para a Associação de Promoção e Assistência Social Estrela do Mar -APASEM, na ordem de R$ 490.096,53.

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A entidade é alvo do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) que julgou irregulares as contas de 2017 da Prefeitura de Cubatão, com vícios insanáveis, provocando expressivos prejuízos ao erário, caracterizando a prática de atos de improbidade administrativa com dolo.

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O Governo não teria elaborado parecer conclusivo e termo de ciência e de notificação acerca do repasse; teria atrasado o preenchimento das informações no sistema de controle e informado incorretamente as despesas nos empenhos.

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Pelo mesmo motivo, o advogado e candidato a vereador pelo Democratas (DEM), Silvio Carlos Ribeiro, ingressou com pedido de impugnação do registro da candidatura do prefeito Ademário da Silva Oliveira, que concorre à reeleição pelo PSDB, junto à Justiça Eleitoral do Município.

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Defesas

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Toninho Vieira não se manifestou durante todo o dia de ontem. Pedro de Sá informou que, na recomendação final do (TCE-SP), foi excluído por se tratar de documento enviado errado pelo setor de prestação de contas.

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O prefeito e candidato à reeleição Ademário de Oliveira já havia se manifestado, revelando que suas contas não foram julgadas na Câmara e que explicou ao Tribunal que quem deve prestar contas de suposto mau uso da verba seria APASEM. “Não estou e nem serei impugnado”, disse.

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Wagner Moura disse estar com a consciência tranquila. “Terei minha candidatura deferida, pois não existiu não existiu dolo, improbidade e muito menos devolução. Portanto, não houve vício insanável, o que não me enquadra na lei da ficha limpa”, garante.