Até o dia 28 deste mês, o Metrô realiza operação especial na Linha 2 – Verde para a instalação das portas de plataforma na estação Vila Madalena, na zona oeste da capital paulista. Os passageiros que embarcam e desembarcam nas estações Sumaré e Vila Madalena terão de trocar de trem na estação Clínicas para prosseguir viagem em ambos os sentidos.
Na estação Vila Madalena, uma das plataformas está interditada para a implantação das portas automáticas.
Em junho, o Metrô assinou outro contrato para a instalação de portas de plataforma em outras 36 estações das linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha. O investimento é de R$ 342 milhões e o prazo de execução de 56 meses.
No próximo ano está previsto a instalação de portas automáticas nas estações Tucuruvi e Jabaquara, na Linha 1-Azul. Já no primeiro semestre em 2021 devem ganhar os equipamentos as estações Corinthians-Itaquera e Palmeiras-Barra Funda, na Linha 3-Vermelha. Já todas as estações Sacomã, da Linha 4-Amarela e da Linha 15-Prata, Tamanduateí e Vila Prudente (Linha 2-Verde); Vila Matilde (Linha 3-Vermelha); Adolfo Pinheiro (Linha 5-Lilás) já contam com as portas automáticas nas plataformas.
Licitação.
Uma empresa ligada diretamente a um réu do cartel do Rodoanel Sul foi contratada pelo Metrô de São Paulo, por R$ 342 milhões, em uma licitação para instalação de portas de plataforma em 36 estações. Hoje, a empresa vencedora está sob o comando do filho do réu, que tem 18 anos. Na disputa, o Metrô desclassificou três dos cinco concorrentes. A estatal argumenta que a licitação ocorreu de forma regular, obedecendo a Lei de Licitações, e diz que não avalia as pessoas físicas que compõem os grupos com quem faz contrato. O réu é o engenheiro Francisco Germano Batista da Silva, ex-diretor da OAS Engenharia. Em setembro, ele foi denunciado, com outros 34 executivos de 24 empresas por participar do suposto cartel. (GSP e EC)
