Futuro da Praça (ou parque) Pôr do Sol volta a ser discutido em 26 de agosto

De Olho no Poder: os fatos da política de São Paulo na visão do jornalista Bruno Hoffmann

Praça Por do Sol, na zona oeste da cidade de São Paulo

Praça Por do Sol, na zona oeste da cidade de São Paulo | Lucas Marcomini/Unsplash

No próximo dia 26 de agosto, moradores e representantes de diversos órgãos da Prefeitura de São Paulo vão se reunir para uma audiência pública em relação ao futuro da Praça Pôr do Sol, na zona oeste da capital paulista. Um projeto já aprovado em primeiro turno, de autoria do vereador Xexéu Tripoli (PSDB), cria o Parque Municipal Pôr do Sol. Em 2015, o então prefeito Fernando Haddad (PT) havia transformado o espaço em parque por meio de decreto, mas a decisão foi revogada pelo ex-prefeito João Doria (PSDB) em 2017. No ano passado o local chegou a ser cercado pela gestão Bruno Covas (PSDB) a pedido de moradores, provocando reclamações de frequentadores. A intenção da reunião agora é a de ouvir urbanistas, moradores e outras entidades para discutir a melhor forma de desenvolver o novo espaço. “A realização de uma audiência pública é de fundamental importância para qualificarmos o debate sobre a praça Pôr do Sol, com a proposta de transformá-la em parque”, explicou Tripoli à coluna.

Fórmula 1

O governador João Doria (PSDB) vai apresentar nesta segunda-feira (16) as informações sobre o Grande Prêmio São Paulo de Fórmula 1, programado para ser disputado no Autódromo de Interlagos no dia 7 ou 14 de novembro. A prova será patrocinada pela Heineken. A realização do GP na Capital é considerada também uma vitória política do governador sobre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que pretendia levar a etapa para o Rio de Janeiro. Em junho de 2020, Bolsonaro chegou a dizer que havia “99% de chance, ou mais, de termos a Fórmula 1 a partir de 2021 no Rio de Janeiro”.

Segunda dose

A partir desta segunda-feira (16), os moradores da cidade de São Paulo que tomaram a primeira dose da vacina contra a Covid-19 passam a ter a possibilidade de adiantar a segunda dose. Para isso, serão utilizadas doses remanescentes, a chamada xepa. Os moradores poderão se inscrever em uma das 468 UBSs (Unidades Básicas de Saúde) do município e aguardar ser chamado. Para poder concluir a imunização é preciso ter tomado a primeira dose da AstraZeneca ou da Pfizer há mais de 60 dias. No caso da CoronaVac, o intervalo mínimo é de 15 dias.

Serviço funerário

O Velório de Vila Mariana, na zona sul da Capital, está novamente interditado, desta vez por 12 dias, por causa de problema na drenagem do esgoto. Em junho, o local já tinha parado de atender a população por 10 dias por conta de um vazamento. “É um problema crônico, mas vivem fazendo medidas paliativas”, explica João Batista, secretário de comunicação do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep).

Resposta

Após questionamento desta coluna, o Serviço Funerário municipal confirmou nesta sexta-feira (13) que o Cemitério da Vila Mariana ficará interditado por 12 dias para reparos nas bombas de caixa d’água. “Os corpos que seriam velados no local serão encaminhados para velórios próximos, que possuem capacidade para atender a demanda no período, de acordo com disponibilidade e escolha dos familiares”, explica a nota. Segundo a gestão municipal, o problema apresentado no encanamento em junho foi solucionado naquela ocasião.

Violência doméstica

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou nesta semana o projeto que obriga condomínios residenciais e comerciais a comunicarem aos órgãos de segurança pública qualquer indício de violência doméstica e familiar contra mulheres, crianças, adolescentes e idosos. “Todo ato de agressão é crime e deve, sim, ser denunciado. Quem assiste impassível a qualquer espécie de brutalidade, ainda que a distância, acaba sendo conivente por omissão”, explicou o autor do projeto, Professor Kenny (PP), após contato da coluna.