Sindicato propõe suspender greve no metrô de São Paulo

Proposta ainda será votada na noite desta terça, assim como a própria manutenção da greve

Houve sugestão de que a assembleia seja realizada no domingo (8)

Houve sugestão de que a assembleia seja realizada no domingo (8) | Rovena Rosa/Agência Brasil

A diretoria do Sindicato dos Metroviários de São Paulo decidiu não estender a greve de 24 horas, deflagrada à meia-noite desta terça-feira (3).

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A proposta ainda será votada na noite desta terça, assim como a própria manutenção da greve.

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A greve, em conjunto com a CPTM (Companhia de Trens Metropolitanos) e com a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico de São Paulo), foi realizada contra os projetos de privatização do governo paulista.

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A proposta de não estender a greve, apenas dos metroviários, foi apresentada pela diretoria do sindicato no início da noite desta terça, na sede da instituição na zona leste de São Paulo.

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Segundo a presidente do sindicato, Camila Lisboa, a greve está suspensa ao menos até a próxima segunda-feira (9), quando vai será votada possibilidade de nova paralisação no dia 10.

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Houve sugestão de que a assembleia seja realizada no domingo (8) e a greve, na segunda.

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Também deve ser votada a manutenção da greve.

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De acordo com o sindicato, a nova greve tem a mesma pauta, a privatização do metrô. Também está sendo discutida terceirização de funcionários das estações e do pátio Oratório, da linha 15-prata, do monotrilho.

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O governo de São Paulo classificou a greve como ilegal e não pretende recuar nos estudos de concessão do transporte sobre trilhos.