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Avião que buscará vacinas contra Covid-19 na Índia decolou de Campinas , no interior de São Paulo
Avião que buscará vacinas contra Covid-19 na Índia decolou de Campinas , no interior de São Paulo
Foto: Luciano Claudino/Código 19/Folhapress

Avião parte nesta sexta-feira do Brasil para buscar vacina na Índia

Voo para buscar vacina de Oxford na Índia foi adiado e avião deve decolar nesta sexta-feira

O voo que vai buscar vacina na Índia foi adiado. O avião da Azul fretado pelo Ministério da Saúde para buscar 2 milhões de doses da vacina de Oxford sairá do Brasil na noite desta sexta-feira (15).

Na quarta-feira, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello informou que a aeronave partiria na quarta. Em nota, o ministério disse que o voo precisou ser reprogramado.

"O avião da companhia aérea Azul começará sua rota para buscar os dois milhões de doses da vacina contra a Covid-19 na Índia às 15h30 desta quinta-feira (14), decolando do Aeroporto de Viracopos, em Campinas, São Paulo, com escala ao Aeroporto de Guararapes, em Recife. A partida da cidade pernambucana para Mumbai, na Índia, foi reprogramada em algumas horas por questões logísticas internacionais e continua seu plano de voo nesta sexta-feira (15), às 23h", disse a Pasta.

A data de retorno do avião ao Brasil, com a carga de vacinas estimada em 15 toneladas, ainda está sendo avaliada de acordo com o andamento dos trâmites da operação de logística feita pelo governo federal em parceria com a Azul.

Antes do adiamento da viagem, as vacinas estavam previstas para chegar ao Brasil no próximo sábado (16) pelo Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.

O imunizante da AstraZeneca e Universidade de Oxford foi adquirido pelo Ministério da Saúde junto ao laboratório indiano Serum para garantir o início da vacinação dos brasileiros de forma simultânea e gratuita. A vacina será usada para o uso emergencial nos estados.

As negociações para que a Fiocruz pudesse importar as 2 milhões de doses já prontas começaram em dezembro. A medida foi a alternativa encontrada pelo governo para antecipar o início da estratégia com a vacina de Oxford, uma das principais apostas do governo para a vacinação em massa.

Até então, a Fiocruz previa entregar, em 8 de fevereiro, as primeiras doses de um acordo que envolve produzir 100,4 milhões no primeiro semestre.

 

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