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Ministro da Saude Marcelo Queiroga
Ministro da Saude Marcelo Queiroga
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Senado deve ouvir Queiroga sobre vacinas e leitos em UTIs

Nesta quarta-feira, o novo ministro da Saúde defendeu o distanciamento social e melhorias em hospitais no enfrentamento ao coronavírus

O presidente da comissão temporária da Covid-19 no Senado, o senador Confúcio Moura (MDB-RO), anunciou que o novo ministro da saúde, Marcelo Queiroga, será ouvido no próximo dia 25, em uma sessão de debates temáticos sobre o enfrentamento à pandemia no plenário da Casa. Em sessão remota na terça-feira, os senadores aprovaram um convite para ida do novo ministro da Saúde à Casa. As informações são da Agência Brasil

Os parlamentares querem ouvir do médico como fica a aquisição de vacinas, a disponibilização de leitos e oxigênio frente à pasta. Queiroga foi anunciado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, na última segunda-feira (15) como novo ministro da Saúde, no lugar de Eduardo Pazuello. A nomeação ainda não foi publicada no Diário Oficial da União.

Queiroga é médico, com área de atuação em hemodinâmica e cardiologia intervencionista. Ele também é presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

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Nesta quarta-feira, a comissão da Covid-19 presidida por Confúcio, também aprovou vários requerimentos de convites para audiência pública. Além de Marcelo Queiroga, o colegiado quer ouvir nas próximas reuniões representantes da Fiocruz e do Instituto Butantan sobre a produção de vacinas para combate ao novo coronavírus, com Anvisa e distribuidoras de oxigênio e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, para que preste informações sobre ações do ministério para obtenção de vacinas.

Defesa do distanciamento.

Também nesta quarta-feira, o ministro Marcelo Queiroga disse que adotará duas estratégias para conter a pandemia de Covid-19: o distanciamento social e a melhora no atendimento hospitalar dos pacientes. “Esses óbitos nos conseguiremos reduzir com dois pontos principais”, afirmou Queiroga. “Com políticas de distanciamento social que permitam diminuir a circulação do vírus, e com a melhora na capacidade assistencial de nossos serviços hospitalares.”

As afirmações foram feitas durante entrevista ao lado do ainda ministro Eduardo Pazuello, na Fiocruz, onde receberam as primeiras doses da vacina fabricadas em Bio-Manguinhos. Queiroga porém evitou falar termos como restrição e lockdown e ainda citou ainda o bordão "Brasil acima de tudo, Deus acima de todos".

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