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Porto de Santos
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Foto: Arquivo/DL

Secretário se compromete em tentar adiantar vacinação de portuários

Em reunião com Rosana Valle, secretário dos Portos anunciou ainda MP para afastamento remunerado dos portuários idosos

O secretário Nacional dos Portos, Diogo Piloni e Silva, se comprometeu nesta quarta-feira (7), com a deputada federal Rosana Valle (PSB) e sindicatos, em buscar o adiantamento da vacinação dos trabalhadores portuários brasileiros. Ele atendeu reunião convocada pela parlamentar, da qual participaram representantes das categorias dos trabalhadores portuários.

Piloni disse que enviará uma carta ao Ministério da Saúde pedindo a vacinação rápida dos portuários, argumentando até a existência de um risco logístico e de abastecimento, com reflexos negativos para todo o País, por conta, também, da média de idade da categoria, que é de 55 anos.

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Durante a reunião, o secretário ouviu dos sindicalistas que a categoria está no limite em relação ao risco de contaminação e que não há medidas sanitárias de prevenção à Covid-19 a bordo dos navios. Piloni prometeu exigir tais medidas das autoridades portuárias imediatamente.

Além disso, o secretário anunciou ainda que será apresentada ao Congresso Nacional uma nova medida provisória para garantir o afastamento remunerado dos trabalhadores portuários idosos.

Rosana Valle lembrou ao secretário que os portuários nunca pararam de trabalhar nesta pandemia. “Eles são considerados essenciais por manterem a economia do País e milhares de empregos. Mas não têm ideia de quando serão vacinados, apesar de correrem risco todo dia dentro dos navios, onde mantêm contato com tripulantes do mundo inteiro”, afirmou.

A parlamentar ressaltou que os portuários não querem furar fila. “Pedem apenas respeito e as medidas de proteção que valeram ano passado, pois a pandemia continua e muito mais grave”, afirmou Rosana, lembrando que o risco logístico realmente existe. “Não é pedir muito, pois a categoria não é tão numerosa. É uma questão de respeito e reconhecimento daqueles que não medem esforços para o Brasil não parar neste momento”, concluiu.

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