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Desde o início da produção, a Fiocruz já produziu e entregou mais de 30 milhões de doses da vacina
Desde o início da produção, a Fiocruz já produziu e entregou mais de 30 milhões de doses da vacina
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Fiocruz deve receber nova remessa de insumos no sábado

O ministro da Saúde Marcelo Queiroga afirmou que o recebimento dos IFAs deve contribuir 'para a produção de 12 milhões de vacinas Astrazeneca'

O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz) deve receber no próximo sábado (22) uma nova remessa de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) para a produção de vacinas contra a Covid-19.

Os carregamentos do insumo são importados da China, onde são produzidos pela Wuxi Biologics. Após a próxima entrega, está prevista a chegada de mais uma remessa para o dia 29 de maio.

Com o desembarque desses dois carregamentos de IFA no Brasil, a Fiocruz afirma que estará garantida a entrega de vacinas ao Programa Nacional de Imunizações nas três primeiras semanas de junho.

Em publicação nas redes sociais, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, destacou a importância das novas remessas.

"Notícia importante a Fiocruz deve receber mais IFAs nos dias 22 e 29 deste mês, o que deve contribuir para a produção de 12 milhões de vacinas Astrazeneca Covid-19", escreveu ele.

A Fiocruz produz no Brasil a vacina Oxford/AstraZeneca contra covid-19, devido a um acordo de encomenda tecnológica firmado no ano passado com a empresa europeia. Também está em curso um processo de transferência de tecnologia, para que a fundação seja capaz de produzir o IFA no Brasil, garantindo autossuficiência na produção da vacina.

Desde o início da produção em Bio-Manguinhos, a Fiocruz já produziu e entregou mais de 30 milhões de doses da vacina ao Ministério da Saúde. Outras 4 milhões de doses foram importadas prontas da Índia, onde foram produzidas pelo Instituto Serum.

Somadas, essas quantidades correspondem a 40% das vacinas disponíveis no país, que também aplica imunizantes produzidos pela Sinovac/Instituto Butantan e pela Pfizer/BioNTech.

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