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Saúde

Queiroga prevê vacinar anualmente idosos e profissionais da saúde contra a Covid

O Ministério da Saúde ainda vai definir como será o esquema vacinal contra a Covid-19 do próximo ano

RAQUEL LOPES, da Folhapress

Publicado em 06/06/2022 às 12:44

Atualizado em 06/06/2022 às 13:30

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Marcelo Queiroga é ministro da Saúde / Reprodução/Twitter

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que idosos, profissionais de saúde e pessoas com comorbidades devem fazer parte da campanha de vacinação contra a Covid em 2023. A pasta ainda está definindo como será o esquema vacinal contra a Covid-19 do próximo ano.

"Em 2023 não faltará vacina, o que precisa é definir qual é o público-alvo. A gente trabalha fortemente para ter essas respostas. Provavelmente idosos, profissionais de saúde, [pessoas com] comorbidades seguramente estarão incluídos, mas, se for necessário fazer uma campanha tão ampla, a gente faz", disse o ministro.

Em entrevista à Folha de S.Paulo, o ministro já havia dito que a tendência é reduzir o tamanho do público-alvo e priorizar a vacina da Astrazeneca.

A declaração foi dada durante a ida do ministro da Saúde a um posto de saúde do Distrito Federal para tomar a segunda dose de reforço contra a Covid-19, que também é chamada de quarta dose da vacina.

Aos 56 anos, o ministro tomou duas doses da Coronavac na primeira fase da vacinação no Brasil. Depois, tomou uma dose de reforço, da Pfizer, e agora foi ao posto para receber o segundo reforço.

O ministro, com isso, segue a regra do ministério, que liberou a imunização extra para pessoas maiores de 50 anos no Brasil.

A quarta dose deve ser aplicada quatro meses após a terceira. Para isso, os municípios poderão usar os imunizantes da Pfizer, Janssen ou AstraZeneca, independentemente das vacinas que a pessoa tenha tomado antes.

Na ocasião, o ministro disse ainda que entre quinta-feira e sexta-feira deverão sair os resultados dos exames dos casos suspeitos da varíola dos macacos.

No Brasil, há sete casos suspeitos da doença.

Nenhum caso foi confirmado no país até o momento.

São dois casos em investigação em Rondônia, um em Mato Grosso do Sul, um no Rio Grande do Sul, um no Ceará, um em Santa Catarina e um em São Paulo.

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