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Motorista invadiu ponto de ônibus e matou criança e bebê em Campo Limpo Paulista, no Interior
Motorista invadiu ponto de ônibus e matou criança e bebê em Campo Limpo Paulista, no Interior
Foto: Reprodução/TV TEM

Motorista bêbado que invadiu ponto de ônibus e matou criança e bebê não tem CNH, aponta polícia

Crianças e adultos foram atingidos por um carro na tarde de quinta-feira (9), em Campo Limpo Paulista; motorista foi preso em flagrante

A Polícia Civil divulgou que o motorista bêbado que invadiu um ponto de ônibus e atropelou oito pessoas na quinta-feira (9), em Campo Limpo Paulista, não tinha carteira de habilitação. Um bebê de 11 meses e uma criança de oito anos não resistiram aos ferimentos e morreram após serem socorridos.

Outras três pessoas continuavam internadas nesta sexta-feira (10), incluindo uma menina de cinco anos. Mais duas crianças de sete anos receberam alta na quinta. O texto conta com informações do “G1”.

De acordo com o delegado Rafael Diorio, as vítimas, entre elas as cinco crianças, foram atingidas pelo carro em um local que costuma ser usado como ponto de ônibus na Estrada da Bragantina, no bairro Estância São Paulo.

INVESTIGAÇÃO.

A Polícia Civil investiga se o motorista estava participando de um racha e se perdeu o controle do veículo. Também são avaliadas as possibilidades de ele ter tentado ultrapassar outro veículo em um lugar proibido ou de ter perdido o controle da direção devido ao estado de embriaguez.

O homem foi encaminhado para o Centro de Triagem de Campo Limpo Paulista e deveria passar por audiência de custódia na manhã desta sexta-feira.

PRISÃO

Segundo a Polícia Civil, o motorista de 39 anos confessou que havia ingerido bebida alcoólica e estava com sinais de embriaguez. "Ele estava bastante alterado e com fala pastosa. Além disso, havia cheiro forte de álcool", disse o delegado ao “G1”.

Após o acidente, o condutor do carro ficou ferido e foi levado para um hospital. Ele foi autuado no local por homicídio doloso, de acordo com o delegado.

A prefeitura informou ao “G1” que decretou luto oficial de três dias. O Executivo lamentou o ocorrido e disse que está prestando apoio médico, social e psicológico a todos os envolvidos.

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