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Foto: MARTA. RS

Sorocaba prorroga estado de calamidade pública até 31 de março

A prefeitura tomou a iniciativa devido ao aumento de casos de Covid e a procura por atendimento nas unidades de saúde do munícipio nos últimos dias

O munícipio de Sorocaba, prorrogou decreto do estado de calamidade pública, a medida irá até o dia 31 de março de 2022. 

A prefeitura tomou a iniciativa devido ao aumento de casos de Covid e o aumento na procura por atendimento nas unidades de saúde do munícipio nos últimos dias. 

A cidade registrou um aumento de 30% na busca de testagem de Covid-19 após as comemorações de final de ano.   

Segundo a decisão da prefeitura, o uso de máscaras e todos os protocolos de higiene continuam sendo obrigatórios na cidade. O munícipe que desrespeitar as normas poderá ser multado. 

VACINAÇÃO NO ESTADO 

Segundo o governador João Doria, a Covid-19 deixou de ser a principal doença causadora de mortes no estado de São Paulo. Os óbitos por infecção do coronavírus já são menores do que os indicadores das doenças do aparelho circulatório e de todos os tipos de câncer somados. Os dados são fruto de análise inédita da Secretaria de Estado da Saúde e refletem os resultados do avanço do plano de vacinação do Governo de SP.

Em novembro de 2021, a Covid-19 representou 12% do total de óbitos registrados em todo estado – foram 2.075 vítimas fatais pela doença, entre 16.880 mortes no geral. Assim, o coronavírus passou a provocar menos mortes que as patologias cardíacas e as neoplasias (câncer), que responderam respectivamente por 27,5% e 16,2% do total de óbitos no mês.

No pico da segunda onda da pandemia, o cenário era inverso. Em abril, quando houve recorde de vítimas fatais da Covid-19, com 21.539 óbitos, a proporção da doença entre as mortes em geral era de 46% de um total de 47.193. Naquele mês, o número de mortes por coronavírus foi três vezes maior que o de mortes por doenças do aparelho circulatório (6.875) e quatro vezes superior ao total de vítimas de câncer de todos os tipos (4.552).

Ainda em abril, a Covid-19 provocou 54 vezes mais mortes que os acidentes de trânsito (401) e 94 vezes mais mortes do que os homicídios dolosos (229). Isoladamente, está à frente das doenças infecciosas e parasitárias, também responsáveis por cerca de metade dos óbitos de abril – a Covid-19 matou 41 vezes mais que a tuberculose, por exemplo, que integra esse grupo de doenças.

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