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Linha 4-Amarela conclui sua 1ª troca de trilhos do metrô

Num intervalo de apenas três horas, uma equipe de operários concluiu na madrugada de sábado (21) a troca de trilhos da Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo.

A Linha 4, que iniciou as operações em 2010, está passando por sua primeira troca de trilhos, feitas em média a cada dez anos.

Cerca de 30 funcionários iniciaram em agosto os trabalhos na linha, entre as estações Paulista e República. No sábado foi feita a última etapa da troca, com dois pares de trilhos de 170 m cada.

Os funcionários, segundo a Via Quatro, concessionária responsável pelo trecho, se dividiram em três grupos, dispostos no início, meio e final dos trilhos a serem trocados. Cada barra de trilho tem 12 m de extensão.

A troca tem de ser feita durante o intervalo entre o final das operações em um dia e o início dos trabalhos no dia seguinte para não prejudicar a circulação dos trens.

Conforme a concessionária, o trilho pode ser encaixado nas curvas sem dificuldades por ser uma liga metálica composta por aço de carbono e metais especiais.

A linha surgiu com as estações Paulista e Faria Lima, em junho de 2010, e hoje tem outras em operação, como Butantã, Pinheiros, Higienópolis-Mackenzie, República e Luz.

A linha 4 deveria estar concluída desde 2012, mas ainda falta entregar a estação Vila Sônia, na zona oeste. A atual previsão de entrega é 2020.

Quando estiver totalmente concluída, a linha terá 12,8 quilômetros de extensão em operação e 11 estações, ligando a região da Luz à Vila Sônia, na zona sudoeste da Capital.

A demanda da linha é estimada em 700 mil passageiros/dia, segundo o Metrô.

SEIS LINHAS.

A rede de metrô de São Paulo é composta por seis linhas, com 96 quilômetros de trilhos distribuídos por 85 estações.

O Metrô de São Paulo opera as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e o Monotrilho da Linha 15-Prata, com 64,7 quilômetros e 58 estações.

Outras duas linhas são administradas pela iniciativa privada: a 4-Amarela, com a Via Quatro (10 estações e 11,4 quilômetros), e a 5-Lilás, com a Via Mobilidade (20 quilômetros e 17 estações).
(Marcelo Toledo/FP)

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