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Entregadores por aplicativo protestam em São Paulo
Entregadores por aplicativo protestam em São Paulo
Foto: Armando Ferraz de Andrade/Fotoarena/Folhapress

Por mais direitos, ‘Breque dos apps’ fecha a avenida Paulista

Entre as reivindicações estão licença remunerada, aumento no valor mínimo das entregas e seguro contra roubo, acidente e de vida

Entregadores por aplicativos protestaram na capital paulista e em outras cidades pelo País nesta quarta-feira. Entre as reivindicações estão licença remunerada aos contaminados pela Covid-19, aumento no valor mínimo das entregas e seguro contra roubo, acidente e de vida. Eles também pedem equipamentos de proteção individual contra o novo coronavírus. A paralisação, chamada de "Breque dos Apps", foi chamada por trabalhadores de empresas como Rappi, Loggi, Ifood, Uber Eats e James.

Em São Paulo, a concentração se iniciou na região do Brooklin, zona sul da cidade. No início da tarde, os entregadores se reuniram em frente ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT), na rua da Consolação, antes de seguirem para a avenida Paulista. Os condutores chegaram a fechar a Paulista.

SAIBA MAIS:

Outra reivindicação é a mudança dos bloqueios dos trabalhadores. Os profissionais criticam o fato de condutores terem sua participação suspensa ou até mesmo cancelada a partir de critérios não claros e sem a possibilidade de apuração dos ocorridos e de direito de defesa dos envolvidos.

O protesto contou com motociclistas e condutores de bicicleta.

Morte de motociclistas

Dados do Infosiga do governo do estado de São Paulo mostram que houve aumento das mortes de motociclistas em maio deste ano em relação ao mesmo mês de 2019. Na cidade de São Paulo, o aumento de em maio foi de 37,9% enquanto que, no Estado, foi de 7,2%.

O aumento de vítimas fatais entre motociclistas vai na contramão das outras mortes no trânsito no mesmo período. De acordo com o Infosiga, no Estado houve redução geral de 20,5% no número de mortes no trânsito em maio. O isolamento social foi um fator que levou à queda de mais de 43% do número de pedestres no trânsito no mesmo mês.

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