Dia da Consciência Negra: data de festa e de luta por dignidade e altivez

Em território nacional, há 120 milhões de pessoas que se identificam como pretas ou pardas; é o maior grupo racial do Brasil

Mulher participa de ato do Dia da Consciência Negra

Mulher participa de ato do Dia da Consciência Negra | Fotos Públicas

O Brasil é o segundo país do mundo com mais negros em números absolutos, apenas atrás da Nigéria. Em território nacional, há 120 milhões de pessoas que se identificam como pretas ou pardas. É o maior grupo racial do País.

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Os negros são responsáveis por contribuições incalculáveis às artes, à ciência, à política e à vida social nacional. Mas há uma particularidade: durante séculos, eles não foram imigrantes comuns que chegaram ao País em busca de trabalho. Foram torturados e escravizados aos milhões, em um dos maiores crimes da história.

A barbárie feita contra africanos e seus descendentes tem consequências e feridas abertas até hoje. Por isso, é fundamental a celebração do Dia da Consciência Negra. Como festa, sim. Mas também como lembrança de batalhas pela sobrevivência, dignidade e altivez.

O racismo é uma realidade, e poucos países têm a maioria populacional submetida ao racismo estrutural. Por isso, é fundamental haver políticas públicas e privadas para minimizar os efeitos da discriminação.

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Um país avançado enfrenta seus problemas de olhos abertos para acolher e avançar em busca de soluções para toda a população. O combate ao racismo é diário e fundamental. Todo mundo sai ganhando.