Um projeto de lei na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) propõe mudar o nome da estação São Joaquim do Metrô, da Linha 2-Azul, para “Estação São Joaquim-Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo/100 Anos”, em homenagem ao centenário da Maçonaria na Capital. A alteração valeria somente para 2027.
Segundo o deputado Edson Giriboni (União Brasil), autor do texto, a alteração seria feita sem custos ao Poder Executivo e à loja maçônica. “A proposta não caracteriza cessão de naming rights nem exploração econômica do bem público, tratando-se exclusivamente de denominação temporária para fins comemorativos”, escreveu o parlamentar, na justificativa.
Neste momento, o projeto ainda está em fases iniciais de tramitação, e em breve deve seguir para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que define se a ideia é constitucional. Caso seja aprovada nessa fase, ainda seguirá por outras comissões antes de ser votada pelos deputados paulistas.
Se for aprovada também nessa fase, é enviada para sanção do governador.
Polêmica no litoral
A decisão da prefeita de Ubatuba, Flavia Pascoal (PL), de usar R$ 33 milhões da Taxa de Preservação Ambiental (TPA) para a construção de um prédio na sede da prefeitura e para a desapropriação do terminal rodoviário tem causado polêmica. A medida foi aprovada pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente nesta semana. Cobrada desde 2023, a taxa ambiental paga pelos visitantes tem em teoria a finalidade de reforçar a preservação dos recursos naturais da cidade,
Críticas
A destinação da verba para algo aparentemente não ambiental gerou uma série de críticas. “Enquanto isso, o rio Acaraú, o mais poluído da região, agoniza sob toneladas de dejetos humanos”, criticou a educadora ambiental Lidi Keche pelas redes sociais. Em nota, a gestão municipal afirmou que a decisão do conselho ocorreu “de forma transparente e dentro das competências legais que lhe são atribuídas”.
Witzel e Rebelo
O ex-governador Wilson Witzel (sem partido) confirmou nesta quinta-feira (19/2) ter sido convidado pelo pré-candidato à Presidência da República, Aldo Rebelo, para disputar o Governo do Rio de Janeiro pelo Democracia Cristã (DC). A informação havia sido antecipada pela coluna nesta quarta (18/2). Durante a tarde, porém, o diretório fluminense do partido publicou uma nota para afirmar que ainda não havia fechado questão em torno do ex-governador.
Conversa com DC
Em resposta à nota da legenda, Witzel deixou claro ter recebido “com imensa honra e senso de responsabilidade” o convite de Rebelo, e disse que agora pretende conversar com os dirigentes estaduais do partido para passar a fazer parte do DC. “Minha postura é de absoluto respeito às instâncias do partido. Nos próximos dias, dedicarei meu tempo ao diálogo aberto com o diretório estadual do DC, buscando ouvir lideranças e militantes”, destacou o pré-candidato.
