Fazendo a devida alusão ao campeonato brasileiro de futebol, já é possível indicar quais times (partidos) vão para a série “B”, ou seja, o grupo de partidos que pouco fizeram nas bases locais, o que é fundamental para a futura bancada de deputados e senadores.
Importante o leitor compreender que o nascimento de uma boa campanha, para deputado estadual ou federal, nasce nessas bases.
A rede social auxilia em demasia e impulsiona os já famosos, mas a base local ainda é o arranque necessário para qualquer candidato. Nestas eleições, há partidos que pouco elegeram.
As siglas do partido Rede, Agir, DC, PMB e PRTB estão na zona de rebaixamento do “brasileirão” da política nacional. Em todo território dos tupiniquins, a Rede fez 4 prefeitos, e na última colocação temos o PRTB, que elegeu somente um prefeito.
Lembrando que esse era o partido de Pablo Marçal, que tanto amealhou seguidores na campanha política da capital paulista.
A regra é clara, como dizem no futebol, sem prefeitos não há base para deputados, sem deputados a cláusula de barreira se apresenta e esses partidos tendem a desaparecer ou unir a outros na mesma situação, o que não é bom para a sigla.
Hoje, a Rede Sustentabilidade possui somente 1 deputado federal, e com poucos municípios com prefeitos eleitos, será difícil amealhar votos. Há outros partidos com poucos deputados eleitos, mas fizeram uma base municipal razoável.
2026 está logo ali, na esquina, e os dirigentes partidários sabem disso.
A corrida eleitoral de 2024 mal acabou e todos buscam o melhor time para o próximo jogo, e, não querem ficar na zona de rebaixamento.
