O encerramento da temporada de cruzeiros 2025/2026 no Brasil marca mais um capítulo relevante para o turismo nacional, reforçando o papel do setor como motor econômico e vitrine internacional. Mesmo com uma redução no número de passageiros em relação ao ciclo anterior, os números seguem expressivos.
Ao longo da temporada, cerca de 830 mil viajantes embarcaram pelo Porto de Santos, que se mantém como principal porta de entrada e saída dos cruzeiros no País.
A movimentação gerada ao longo dos meses impulsiona hotéis, restaurantes, transporte, comércio e serviços em toda a região, resultando em um impacto econômico estimado em cerca de R$ 1,2 bilhão. Um número que reforça a importância do setor para a economia local e para a cadeia do turismo como um todo.
A temporada também evidenciou a capacidade operacional e a relevância da estrutura brasileira para receber grandes embarcações, mantendo níveis consistentes de atendimento e organização ao longo de toda a operação.
Ao mesmo tempo, o cenário reforça o dinamismo da indústria de cruzeiros, que se ajusta constantemente à oferta global de navios e rotas. Mesmo com variações naturais de capacidade entre temporadas, o Brasil segue presente no planejamento das armadoras e como destino estratégico na América do Sul.
Outro destaque é o perfil cada vez mais diversificado das operações, com a presença de navios internacionais e passageiros estrangeiros, ampliando a visibilidade do país no cenário global e fortalecendo sua imagem como destino turístico.
Para a próxima temporada, a expectativa é positiva, com a ampliação da oferta e a chegada de novos navios, incluindo o MSC Virtuosa, que será o maior a navegar pelo país, o MSC Divina, que passa a operar sua primeira temporada regular na região, e o Buenavista, da Corazul Cruzeiros, marcando a estreia de uma nova companhia no mercado brasileiro.
No fim, mais do que números, a temporada 2025/2026 reforça uma certeza: o turismo marítimo segue como uma das frentes mais relevantes e promissoras do turismo brasileiro.
