Pink & Cérebro

Empresa acusada de aplicar golpes, impasses em órgãos federais, críticas à OAB, multas contra indígenas estão entre os destaques da coluna

Na Polícia Federal, para quem ele já entregou duas tentativas, nada andou porque falou o que os investigadores já sabem. Foto: Divulgação

No mundo do crime e da trapaça muitos se escondem atrás de siglas. Foto: Divulgação

No mundo do crime e da trapaça muitos se escondem atrás de siglas. Uma empresa chamada “BDN” está se tornando famosa nos bastidores do Rio de Janeiro por supostos golpes em gente importante.

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Ela seria administrada por uma dupla conhecida como “Pink e Cérebro”, apelido recebido pelos mirabolantes planos e por querer passar as pessoas para trás. Tivemos acessos a alguns casos.

Como no desenho animado do Pink e Cérebro, toda armação articulada pela BDN uma hora vem à tona.

E quando a verdade aparece, as consequências chegam. De forma nada “Pacífica”, a conta sempre acaba cobrada. As autoridades, inclusive, já receberam informes da atuação da dupla.

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A Coluna não conseguiu contato com a BDN, e está com espaço aberto para uma posição.

Lá ela!

A advogada Ana Patrícia Dantas Leão soltou vídeo no Instagram criticando a OAB por não defendê-la: “Esta luta sem o apoio institucional tem sido muito penosa”.

Mas a própria quer virar desembargadora com o apoio da Ordem pela vaga do Quinto. Advogada do Master, ela não atende aos pedidos de explicação sobre o quanto ganhou do banco de Daniel Vorcaro e que peças protocolou, já que atua no direito de família.

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Destrava!

Com orçamentos contingenciados, as agências reguladoras estão na UTI. A ANTT travou no Piauí. Centenas de caminhoneiros estão retidos no Polo Empresarial Sul, em Teresina – alguns há semanas – porque a Agência precisa emitir Código Identificador da Operação de Transporte, e os fiscais batem cabeça. Com a nova fiscalização eletrônica, tem ocorrido a cada fiscal emitir uma multa a cada quatro minutos.

Silêncio conivente

Há dias o Ibama não responde a reportagem: onde estão cocares apreendidos em operação coordenada pelo fiscal Roberto Cabral? Por que aplicar multas de R$ 100 mil a R$ 190 mil a pobres indígenas em lojas regularizadas na Feira da Torre em Brasília?

E se ele está usando a equipe para fazer vídeos para sua pré-campanha a deputado federal. Cabral é filiado ao REDE e já disputou em 2022, sem sucesso. Quer vitrine.

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Besteirol

O investidor Vladimir Timerman, da Esh Capital, aloprou. Citado na Coluna há dias por ser criticado por colegas da Av Faria Lima, enviou mensagens em tom de ameaças bobinhas e infantis, tal como seu perfil nas redes quando faz citações mirabolantes sobre terceiros.

Mas não respondeu até agora os pedidos por e-mail e pelo whatsapp para uma posição sua sobre o publicado. Usa a artimanha equivocada de atacar para se defender.

Reuso da água

A gestão da água ganha espaço nas estratégias da indústria brasileira de latas de alumínio.

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Em meio às discussões da Semana do Meio Ambiente, empresas do setor ampliam investimentos tratamento e reuso, na economia circular e descarbonização, cita a Abralatas.

Uma das empresas associadas trata cerca de 16 mil metros cúbicos de efluentes por mês e reaproveita aproximadamente 76% da água usada na produção.