25 funcionários da Vigilância Sanitária de São Bernardo foram afastados com coronavírus

A prefeitura também informou que trocou o comando da Vigilância Sanitária, a médica Heliane Baileiro passa a coordenar o órgão

Objetivo é minimizar o impacto da nova variante do coronavírus

Objetivo é minimizar o impacto da nova variante do coronavírus | CDC/Unsplash

Nesta quarta-feira (6), a Prefeitura de São Bernardo do Campo, cidade da Grande São Paulo, anunciou que pelo menos 25 funcionários da Vigilância Sanitária do município foram afastados após serem infectados pela Covid-19.

Continua após a publicidade

A prefeitura informou que devido ao surto, o departamento de Vigilância Epidemiológica passou por uma redução no número efetivo de funcionários.

Continua após a publicidade

“25 funcionários do Depto. de Vigilância Sanitária foram afastados em decorrência da Covid-19, sendo que alguns deles já retornaram às suas atividades. Os funcionários do departamento, assim como os demais profissionais da Saúde da cidade, estão sendo munidos de equipamentos de proteção individual, como máscaras, álcool em gel, entre outros, uma vez que vêm atuando na linha de frente no combate à Covid-19. Além disso, foi feita a desinfecção terminal na Vigilância Epidemiológica e houve restrições quanto ao efetivo em atividade”, informou a nota da Prefeitura de São Bernardo.

Continua após a publicidade

Uma mudança no comando da Vigilância Sanitária também ocorreu, no lugar do médico Wagner Kuroiwa, entra a médica Heliane Baileiro.

Continua após a publicidade

“É importante esclarecer ainda que o Dr. Wagner Kuroiwa não foi demitido. Ele continua na Administração e agora vai atuar na função de diretor da secretaria de Assistência Social. O departamento da Vigilância Sanitária será coordenada pela Dra. Heliane Balieiro”, informou a nota da prefeitura.

Continua após a publicidade

Ainda de acordo com a prefeitura, os funcionários da Saúde estão sendo testados por uma parceria entre a Fundação do ABC e a prefeitura. A ação possui objetivo de “ajudar a controlar os funcionários que podem trabalhar e os que devem ficar afastados das atividades, mesmo que não apresentem sintomas”.