Brasil terá unidade de pesquisa de Oxford até 2022, diz Queiroga

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou que o Brasil terá uma unidade da Universidade de Oxford até 2022

Marcelo Queiroga

Marcelo Queiroga | Geraldo Magela/Agência Senado

Nesta quarta-feira (27), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou que o Brasil terá uma unidade da Universidade de Oxford até 2022. A intenção é promover a formação de novos pesquisadores e o desenvolvimento de vacinas e medicamentos.

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A medida foi celebrada com a assinatura de um termo de compromisso entre o ministro e a instituição inglesa.

A previsão é que a unidade brasileira tenha cursos de mestrado, PHD e atualização para profissionais. A intenção é priorizar a pesquisa em saúde global, além da formação de novos profissionais na área de doenças infecciosas, pesquisas clínicas e desenvolvimento de imunizantes. 

A Universidade de Oxford é responsável pelo desenvolvimento e estudos clínicos da vacina AstraZeneca, produzida no Brasil pela Fiocruz. Foram mais de 113 milhões de doses da vacina distribuídas para todo país.

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“A pandemia nos ensinou muito, mas, sobretudo, nos ensinou que é através da ciência de qualidade que vamos caminhar para ajudar a população a sair de uma situação como essa”, disse Queiroga ao assinar a carta de intenções.

A iniciativa tem o apoio do Governo Britânico e o suporte acadêmico e científico da Universidade de Siena, na Itália, do Institute for Global Health, do Internacional Vaccines Institute e de outras entidades pelo mundo.

O INC (Instituto Nacional de Cardiologia), no Rio de Janeiro, é um potencial candidato para sediar as atividades de pesquisa no Brasil.

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“Queria agradecer a oportunidade de assinar esse termo de compromisso renascendo para o futuro e para a formação de pesquisadores que aqui escolhidos poderão construir um sistema de saúde mais eficiente, mais sólido e com capacidade de atender ao Brasil. Vamos fazer esse futuro já no presente aqui, hoje, na Universidade de Oxford”, finalizou Queiroga.