Vento forte afeta travessias de balsas no litoral de SP

Fortes ventos provocados pela passagem do ciclone bomba interromperam a travessia nas primeiras horas desta sexta-feira (7/8). Serviço voltou a operar com lentidão.

Fotografia de câmera de monitoramento do bolsão de embarque da travessia de balsas entre Santos e Guarujá. Múltiplas filas paralelas de carros de passeio de diversas cores estão paradas aguardando o embarque em uma área asfaltada sob dia nublado

Serviço voltou a funcionar com lentidão - Divulgação/Semil

A forte ventania provocada pela passagem do ciclone bomba já causa impactos no litoral de São Paulo na manhã desta sexta-feira (7/8).

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Nas primeiras horas do dia, as travessias de balsas entre Santos e Guarujá e entre São Sebastião e Ilhabela foram paralisadas devido aos fortes ventos e ao mar agitado.

A informação foi confirmada pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil).

No momento, a ligação entre Santos e Guarujá voltou a operar, mas com lentidão, enquanto a travessia entre São Sebastião e Ilhabela continuava interrompida até a última atualização desse texto.

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Por que o ciclone bomba afeta SP?

O Inmet emitiu um alerta para a formação do ciclone bomba na última terça-feira (4/8) entre a região Sul do Brasil, a Argentina e o Uruguai.

A expressão é usada na meteorologia para descrever um processo conhecido como ciclogênese explosiva, quando a pressão atmosférica diminui rapidamente e aumenta a probabilidade de eventos climáticos severos.

O ciclone bomba pode causar rajadas de vento intensas, chuva volumosa e forte agitação marítima para áreas litorâneas e continentais.

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Diante da previsão, a Defesa Civil do Estado colocou nove regiões administrativas em alerta vermelho, que indica risco muito alto para ocorrências relacionadas ao mau tempo.

Regiões em alerta

Estão em alerta máximo as regiões de Marília, Bauru, Itapeva, Registro, Sorocaba, Campinas, Santos, Vale do Paraíba e Litoral Norte, além da Região Metropolitana de São Paulo.

As demais regiões do estado permanecem em alerta laranja, com risco alto, incluindo Araçatuba, Araraquara, Barretos, Franca, Presidente Prudente, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto.