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Durante o evento, os profissionais tiveram a oportunidade de assistir gratuitamente palestras e debates sobre temas atuais como: a adultização das crianças e o excesso de informação e acesso às telas | Divulgação
Terminou nesta quinta-feira (28/8) um dos eventos mais importantes do Sindicato dos Professores e Funcionários Municipais de São Paulo (APROFEM).
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O XXVIII Congresso anual do sindicato, com o tema “Educação na essência: sua importância no desenvolvimento dos processos de pensamento, emocionais e de aprendizagem”, reuniu mais de três mil profissionais da educação nos dias 26, 27 e 28 de agosto, no Espaço Unimed, na zona oeste da Capital.
Durante o evento, os profissionais tiveram a oportunidade de assistir gratuitamente palestras e debates sobre temas atuais como: a adultização das crianças, o excesso de informação e acesso às telas, a saúde mental dos professores e alunos, além da perda do sentido do que importa numa sociedade focada na performance.
O professor Ismael Nery Palhares Jr, presidente da APROFEM, recebeu os convidados sempre reforçando a importância dos profissionais.
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“A educação, em sua essência, possibilita criar ambientes de aprendizagem significativos e transformadores, valorizando a complexidade do ser humano por meio de um olhar amoroso, sua família de origem e isso também inclui o respeito pelo destino da família toda. O futuro é agora, onde o indivíduo se transforma. Educar é um desafio constante e maravilhoso”, sinaliza Ismael Nery.
Ainda no primeiro dia o escritor e professor Fabrício Carpinejar protagonizou uma palestra sobre a importância da empatia e de como é necessário não deixar ninguém invisível ao nosso lado.
O psicólogo e escritor Rossandro Klinjey deu continuidade à programação com uma palestra repleta de provocações atuais intitulada: “Como educar uma geração que não acredita na educação?”. Destacou os desafios da sociedade contemporânea e alertou para os efeitos do uso excessivo das redes sociais na crise das relações.
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Rossandro afirmou que “ter disciplina é ter liberdade”, lembrando que a educação é a base dessa autonomia.
Por último, a professora Dra. Antônia Quintão Cezerilo destacou a pluralidade e a diversidade como bases estruturantes da educação.
No segundo dia o professor René Schubert deu início à sua palestra: “Educar e Inspirar nos dias atuais: desafios e possibilidades” propondo uma conversa sobre raízes, valores e conexões humanas.
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Logo depois, o professor Mateus de Souza Santos abordou o tema das raízes invisíveis, relacionando mente e natureza como uma unidade indissociável.
A última palestra do dia foi do professor Marcelo Cunha Bueno, com o tema “Em busca da infância perdida”. Ele convidou os educadores a pensar sobre a sensibilidade na busca pelas descobertas do mundo.
“A criança busca a referência além das palavras, Os educadores não ensinam o que sabem, mas sim o que eles são”, pontuou Bueno.
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O terceiro e último dia começou com a palestra do professor Jean Sigel, com o tema “Reimaginando a Educação”.
Na sequência o Dr. Cristiano Nabuco falou sobre “Uso abusivo das telas digitais: um novo problema da contemporaneidade?”.
A palestra trouxe dados e elementos alertando sobre como a tecnologia se tornou presente em nossas vidas, de um modo perigoso e irreversível.
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Dra. Luciana Asper Y Valdés finalizou as atividades do último dia. Ela levou os espectadores a pensarem sobre o quanto a escola é um lugar para explorar o potencial de cada um e que esse potencial está ligado à expectativa que temos em algo.
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