El Niño em 2026 pode repetir tragédia das enchentes no Sul do Brasil

Modelos climáticos indicam que o fenômeno ganha força a partir do meio do ano; além do risco de chuvas severas no Sul, País pode enfrentar seca no Norte e ondas de calor intensas

Chuvas no Rio Grande do Sul em 2024 causaram grandes tragédias

Chuvas no Rio Grande do Sul em 2024 causaram grandes tragédias | Marinha do Brasil

O possível retorno do El Niño em 2026 já preocupa meteorologistas e autoridades brasileiras. Modelos climáticos recentes indicam que o fenômeno pode provocar eventos extremos semelhantes aos registrados no Rio Grande do Sul nos últimos anos, incluindo enchentes de grande impacto.

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Risco de chuvas intensas e novos desastres

De acordo com previsões atualizadas, o El Niño deve se formar ao longo de 2026, com maior intensidade a partir do meio do ano.

Esse cenário tende a alterar o padrão climático no País, aumentando o risco de eventos extremos. No Sul, especialmente, há preocupação com o excesso de chuvas, condição historicamente associada ao fenômeno.

Especialistas alertam que esse comportamento pode favorecer novos episódios de enchentes e deslizamentos, semelhantes aos já vividos recentemente na região.

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Comparação com tragédias recentes

O alerta ganha força após desastres como as enchentes históricas que atingiram o Rio Grande do Sul, consideradas as mais graves em décadas.

Na ocasião, a combinação entre o El Niño e outros fatores climáticos intensificou as tempestades, resultando em impactos severos na infraestrutura, no transporte e na vida da população.

Agora, com a possibilidade de um novo episódio do fenômeno, meteorologistas avaliam que o cenário pode voltar a se repetir, dependendo da intensidade do aquecimento no Oceano Pacífico.

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Fenômeno deve afetar todo o Brasil

Embora o Sul esteja no centro das preocupações, os efeitos do El Niño não se limitam à região.

As projeções indicam:

  • Chuvas acima da média no Sul e parte do Sudeste;
  • Seca mais intensa no Norte e Nordeste;
  • Ondas de calor em diversas regiões do País.

Além disso, o fenômeno pode influenciar a economia, afetando a agricultura, o abastecimento de água e até o consumo de energia.

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Intensidade ainda é incerta

Apesar dos alertas, os especialistas ressaltam que ainda há incertezas sobre a força do El Niño em 2026.

Alguns modelos apontam para um evento moderado, enquanto outros indicam potencial para um episódio mais intenso, o que aumentaria significativamente o risco de desastres naturais.